02/05/2017 17:40:00

Placar injusto



Divulgação

Posso dizer com certeza que, pelo futebol apresentado e pela necessidade de uma vitória, o Cruzeiro foi melhor em campo, mais ousado e firme, e trabalhou em cima da tática adotada pelo Atlético de jogar atrás, tentando surpreender o time celeste nos contra-ataques, e que não funcionou.

Roger Machado deixou Otero e Casares na reserva e escalou Marlone e Maicosuel acreditando na maior força de ataque, mas não deu certo, por causa das arrancadas do time celeste pela esquerda.
Marlone, que estava na esquerda, fez uma mudança e passou a dar uma força a Marcos Rocha, que estava muito sobrecarregado. Assim o Atlético teve duas chances perigosas com Fred e Elias, que teve a grande oportunidade de decidir o placar. O Cruzeiro, por sua vez, teve maior volume, mas também não conseguiu o gol.

No próximo domingo, no jogo de volta no Independência, o Atlético precisa apenas do empate e o Cruzeiro terá que buscar a vitória, mas acredito que Mano Menezes vai manter o mesmo esquema, e o Atlético vai buscar jogar com o regulamento e tentar marcar um gol para obrigar o Cruzeiro a sair pro jogo. Esta pode ser a tática que Roger pretende colocar em prática, e também deve ficar atento, pois quando o time ficou com três volantes melhorou muito dentro da partida. Acho que, por não necessitar da vitória, o time pode ficar mais precavido e sair pouco para o ataque.

TORCIDA ÚNICA
Depois de ver tantas idiotices de torcedores no clássico entre Atlético e Cruzeiro, está provado que o futebol vai perder a sua essência, e agora terá que ser de torcida única, pois não há nenhuma condição de dividir torcidas em clássicos. Há tantos marginais nas torcidas que chego a acreditar que a Federação Paulista e a justiça paulista tomaram a melhor decisão, jogos com apenas uma torcida. Caso contrário, vai acontecer alguma tragédia.

Outro detalhe: houve torcedores quebrando os camarotes do estádio sem nenhuma razão, e brigas antes e depois do jogo, uma situação lamentável. E se a Polícia Militar, alegando falta de segurança, não queria permitir a torcida do Cruzeiro no Independência, o que vão alegar agora sobre estes absurdos que aconteceram no Mineirão? Será que o estádio vai ser interditado?

“PÓZINHO”
Everton Silva é metalúrgico que tinha na obesidade o seu maior problema, alimentava o sonho de um dia virar atleta de corrida de rua e não tinha condições de realizar tal proeza por causa do seu peso.
Depois de algumas decisões, e com 108 quilos, ele resolveu se submeter a uma cirurgia bariátrica, e passou a pesar 62 quilos. Para quem, no início, tinha muitas dificuldades para realizar até uma caminhada mais longa, hoje ele é um exemplo e referência para os amigos. Começou com caminhadas leves e agora já corre em média 12km todos os dias.

Na festa de aniversário de Ipatinga, participou da corrida Viva Mais, promovida pela Usiminas em parceria com a Prefeitura Municipal. E agora, Everton Silva “Pózinho” já começa a planejar a participação em outras competições pelo Estado. Mas como ele próprio diz, é para manter a forma e melhorar a sua saúde. “Pózinho” é morador do bairro Iguaçu, casado com Regiane Silva e pai de Bryan e Breno, que são os seus maiores apoiadores.

LEMBRANÇA
A primeira voz a ecoar no microfone da Rádio Educadora, de Coronel Fabriciano, foi do radialista Aurélio Caixeta, em 1966. Ele atuou também na Rádio Vanguarda e TV Cultura e na Antiga Alvorada FM.
O início de sua carreira foi na Difusora de Patrocínio, depois na Rádio Clube de Patos de Minas, tendo trabalhado na Usiminas por mais de 30 anos.

Caixeta foi um dos responsáveis pelo crescimento do futsal no Vale do Aço, com a realização da primeira edição da Copa TV Cultura, com jogos em Ipatinga, Fabriciano e Timóteo, na fase de ouro do futsal em nossa região.
Teve participação ativa, sendo diarista como repórter de campo, cobrindo Social, Ipatinga e Ideal em suas participações no futebol profissional.

Contato com a coluna roberto50mg@hotmail.com.


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