26 de outubro, de 2016 | 21:00

Acusados de matar a cabeleireira Mariza Fialho vão a julgamento

Autor confesso do crime, Vianinha e o marido da vítima, Maurílio Bretas, acusado de ser o mandante, sentam-se no banco dos réus

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Mariza Fialho tinha 33 anos quando foi assassinadaMariza Fialho tinha 33 anos quando foi assassinada
Está agendado para as 8h30 desta quinta-feira, no Tribunal do Júri da Comarca de Coronel Fabriciano, a abertura do julgamento dos acusados do assassinato da cabeleireira Mariza Gonçalves Fialho, de 33 anos.

O homicídio foi um dos que mais teve repercussão em 2015. Vão a júri o marido da vítima, Maurílio Bretas Lage, de 56 anos, e José Viana Silva Neto, o Vianinha, de 19 anos. O crime teve a participação, também, de um adolescente de 17 anos, que conduziu a motocicleta com o executor do crime.

O homicídio começou a ser desvendado na mesma noite em que foi praticado, em 22 de outubro de 2015. A versão do marido, segundo a qual o casal foi vítima de um latrocínio (roubo seguido de morte), começou a cair diante de contradições ao relatar o ocorrido à Polícia Militar.

A cabeleireira, sócia de um conceituado salão de beleza no bairro Centro-Norte de Timóteo foi executada a tiros, na ponte Mauá, por onde o casal trafegava para pegar o contorno rodoviário da BR-381, em direção a Ipatinga.

Plano
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Vianinha (E) e o marido de Mariza, Maurílio Bretas, réus no julgamento desta quinta-feiraVianinha (E) e o marido de Mariza, Maurílio Bretas, réus no julgamento desta quinta-feira


Depois da prisão de Maurílio Bretas, como suspeito, a polícia chegou a Vianinha, que confessou participação no crime, encomendado pelo próprio marido da cabeleireira. Para isso, Maurílio entregou ao executor a chave de uma motocicleta, que era da vítima, para que cometesse o crime.

O marido combinou o horário e o local da simulação do latrocínio e, nas palavras do autor confesso, “jogou a mulher do carro”, para que ela fosse morta.

Também, conforme a confissão, o marido usou o cartão de crédito de Mariza para comprar a arma, que foi entregue ao executor. Vianinha morava em uma pensão, ao lado do salão onde a vítima trabalhava.


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Comentários

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Carlinha

27 de outubro, 2016 | 13:30

“Queria entender como uma mulher dessas se envolve com um homem mulambento como esse Maurílio. Vai entender. Agora, quanto aos comentários no Facebook, queria ver essas pessoas estariam falando o que escreveram lá, se a vítima fosse sua irmã, mãe ou filha. Gente, os humanos perderam o senso de piedade da alma alheia.”

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