09 de novembro, de 2016 | 09:25

Servidores da SEF-MG paralisam atividades por um dia

Trabalhadores da Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais (SEF-MG) paralisaram o trabalho na quarta-feira (9)

Com atualização às 17h

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Não haverá atendimento na agência da Secretaria de Estado da Fazenda hoje, em todo o estado, avisa sindicato Não haverá atendimento na agência da Secretaria de Estado da Fazenda hoje, em todo o estado, avisa sindicato


Não houve atendimento na agência da SEF, localizada na avenida 28 de Abril, no Centro de Ipatinga, nesta quarta-feira. Logo pela manhã, a maioria dos servidores ficou concentrada do lado de fora da agência.

Os servidores protestaram contra a demora do governo estadual em negociar a pauta de reivindicações neste fim de ano.

O sindicato que representa os servidores do fisco estadual avisa que em todo o Estado, as unidades da SEF não realizaram atendimento e nem sequer atividades internas. Caso o governo não atenda aos servidores, a paralisação pode evoluir para uma greve.

Pedidos

Além da reparação das perdas salariais relativas aos três últimos anos – estimadas em cerca de 30% –, servidores querem que o governo corrija distorções de remuneração internas de cada carreira e da estrutura dessas.

Além disso, os servidores protestam contra o atraso e o parcelamento do pagamento do funcionalismo, medida tomada pelo governo estadual desde janeiro de 2016.

“Em novembro, a primeira parcela do pagamento de todas as categorias só será debitada no dia 14, ou seja, praticamente no meio do mês. O governo de Minas ainda não informou sobre o pagamento do décimo terceiro salário, o que deixa todos apreensivos. Não é justo que os servidores tenham que carregar sozinhos o peso dos problemas financeiros do Estado”, afirma o presidente do Sindifisco-MG, Lindolfo Fernandes de Castro. (Com informações do Sindifisco-MG)
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Comentários

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Gildázio Garcia Vitor

09 de novembro, 2016 | 11:45

“Se até os servidores da Receita, que têm salários relativamente superiores às outras funções públicas, estão realizando paralisações, imagine a minha situação, professor das redes estadual(aposentado) e municipal (Ipatinga). Haja tarja afrodescendente para continuar na luta e na labuta! "Quem sabe faz a hora, não espera acontecer". Fazer o quê?”

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