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15 de novembro, de 2016 | 08:30

Vingança deixa um morto e outro ferido com tiro em Açucena

Populares afirmam que assassinato em Coqueiros tem ligação com outro crime, do mês de agosto

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Sueleno foi assassinado dentro dessa casa, em Coqueiros Sueleno foi assassinado dentro dessa casa, em Coqueiros

Um homem morreu e outro ficou ferido com um tiro, por volta de 21h40 de segunda-feira (14), no povoado de Coqueiros, zona rural de Açucena.

Conforme apurado pelo Portal Diário do Aço junto ao quartel da Polícia Militar de Açucena, Sueleno Marques de Oliveira, de 34 anos, foi executado com um tiro na cabeça.

Werlen Ramos de Lima, o Relô, de 31 anos, que estava na companhia de Sueleno, também levou um tiro no ombro, mas o projétil traspassou o corpo de Werlen, que foi levado para o Hospital Márcio Cunha, em Ipatinga.
Por causa da chuva intensa na região, a polícia teve dificuldade de acesso à área rural de Coqueiros. Os dois acusados do crime ainda são procurados.

Vingança

Em mensagens enviadas ao Portal Diário do Aço, moradores de Açucena dizem acreditar que o crime seja uma vingança, pois tanto Werlen, o Relô, quando Sueleno, eram suspeitos do assassinato de Santos Reis da Silva Nicacio, o Betinho, de 43 anos.

Esse crime ocorreu em 29 de agosto, nas proximidades de um bar, também no povoado de Coqueiros. Betinho foi encontrado caído com um corte profundo no pescoço.

Na época Werlen e Sueleno chegaram a ser detidos e levados para a Delegacia de Polícia Civil, negaram envolvimento com o crime e disseram que não sabiam como ocorreu o assassinato de Betinho.
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vítima levou tiro no peito, sentado no sofá da salavítima levou tiro no peito, sentado no sofá da sala


Autor e coautor foram reconhecidos

Sem riscos de morrer e consciente, Relô informou à Polícia Militar que estava no interior de sua casa na companhia de Sueleno, onde assentavam cerâmica, quando chegaram Alexisandro Marques da Silva, o Sandro e Willian Jonas Gonçalves Theodoro, o Tico.

Como os dois eram amigos, foram logo para a cozinha. Entretanto, na versão de Relô, Sandro retornou sozinho com um revolver na mão e disse que os dois (Relô e Sueleno) iriam dar conta de quem tinha matado o tio dele, Betinho, em agosto deste ano.

Ao pedir que parasse, Relô levou um tiro que atingiu o seu ombro. Werlen alegou que aproveitou um momento para fugir. Sueleno permaneceu sentado em um sofá e foi morto com um tiro no lado esquerdo da cabeça. Os dois acusados de autoria do crime não foram encontrados.

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