adriana 728x90

01 de dezembro, de 2016 | 13:10

Sargento PM absolvido da acusação de homicídio de morador de rua

Crime ocorrido há mais de sete anos foi investigado por força-tarefa após assassinato de repórter e fotógrafo

Wellington Fred
Julgamento de sargento PM durou três horas e réu foi absolvido por insuficiência de provas Julgamento de sargento PM durou três horas e réu foi absolvido por insuficiência de provas

Em um julgamento que durou cerca de três horas e terminou por volta de 12h, o sargento Michel Luiz da Silva foi absolvido por maioria absoluta do Corpo de Jurados, por insuficiência de provas na acusação da execução e ocultação do cadáver de um morador de rua, em Ipatinga.

Consta no inquérito policial que, em julho de 2009, na Fazenda Cajá, zona rural de Santana do Paraíso, o denunciado, na companhia de um colega de trabalho, matou Célio Nunes Pereira, o Celinho e, em seguida, ocultou o cadáver.

A defesa do policial, entretanto, questionou o conjunto de provas, consideradas insuficientes para uma condenação. O Tribunal do Juri acatou e absolveu o acusado.

A vítima era moradora de rua e se abrigava em uma casa abandonada, nas proximidades da ponte da avenida Macapá, no bairro Veneza.

O caso foi apurado por uma força-tarefa da Polícia Civil, na investigação de crimes cometidos por policiais civis e militares depois do assassinato do repórter Rodrigo Neto, e do fotógrafo Walgney Carvalho, no ano de 2013.

Na apuração, havia outro indiciado, um cabo da PM, que foi impronunciado. A Justiça Criminal entendeu que não havia elementos suficientes para levá-lo a julgamento pelos crimes. Por sua vez, a defesa do sargento PM Michel adotou a negativa de autoria como tese.

Denúncia

Afirma o inquérito policial que "a vítima foi levada em uma viatura policial até a entrada da Fazenda Cajá. Quando chegaram ao local, os autores obrigaram a vítima a adentrar em uma trilha, na plantação de eucaliptos ali existente, momento em que desferiram dois disparos de arma de fogo, atingindo-lhe a cabeça e ceifando sua vida, imediatamente".

O corpo de Celinho foi localizado cerca de 15 dias após os fatos, em avançado estado de decomposição, por empregados da fazenda que realizavam uma roçada em meio a plantação de eucalipto.

"Consta nos autos que a vítima era constantemente abordada pelo denunciado Michel. A motivação estaria relacionada ao fato de Celinho, um determinado dia, ter lançado uma pedra contra a viatura em que estava o policial, atingindo-o na testa, bem como causando danos à viatura, motivo pelo qual Michel passou a perseguir a vítima e fazer ameaças", escreveu na denúncia o representante do Ministério Público.

O sargento Michel, preso em julho de 2013, ficou aquartelado no 14° Batalhão da Polícia Militar. Em outubro de 2013, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais mandou soltar o policial, depois de uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que deferiu o pedido de liminar em habeas corpus em favor do militar.

Entrevista
No dia em que foi solto, o sargento Michel, acompanhado da família, esteve na redação do Diário do Aço e afirmou que era inocente. “Não conheci esse morador de rua, nunca nem ouvi falar dele”, defendeu-se.

O sargento disse que se sentia muito prejudicado pelo tempo que permaneceu preso, mas que voltaria ao trabalho normal na PM, em Caratinga, onde estava lotado. “Vou seguir minha vida, com minha família, meus filhos e continuar o meu trabalho”, afirmou o sargento Michel ao Diário do Aço.
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Comentários

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Jean Wylis

03 de dezembro, 2016 | 10:50

“Esse "cidadão revoltado" parece que era mulherzinha do tal "Celinho". Nunca vi tanta lamúria, procura outro chouriço pra vc fi!! Kkk”

Daniel Assis Rocha

03 de dezembro, 2016 | 10:46

“Quem gosta de bandido, pra mim também é vagabundo!!! Vai pra PQP, monte de nóia! Seus lixos!!! Essa corja de parasitas da sociedade, cadeia ou cemitério pra vcs, seus demônios!!!”

Mais Um Trocha Subordinado

02 de dezembro, 2016 | 19:48

“todo mundo sabe que e isso mesmo policia faz tudo que quer ameça julga forja mata ate hoje ninguém falo pq o rodrigo neto morreu oq ele estava investigando ninguém mexer com a policia e assim mataram um menino na blitz em fabriciano oq aconteceu nada o kra nao tinha passagem nem envolvimento infeliz mente a policia esta virando melícia eles cometem crimes igual um bandido mais so enxerga quem quer ver vai la ser testemunha contras ele quer ver sua família morta perde sua vida então pode ir . infelizmente o brasil e um pais que a lei so vale pra pobre pessoal ai tava tirando dinheiro ate do câncer olha se ta preso .”

Jean Wylis

02 de dezembro, 2016 | 14:19

“Vc que gosta de vagabundos, esses parasitas da sociedade, tá cheio de noiado aí no centro, levem pras suas casas! Cambada de pilantras!!!”

Tchê Quévara?

02 de dezembro, 2016 | 14:13

“Bandido bom, é morto! Chora cambada de vagabundos, vai defender bandido no inferno, sentado no colo do camurião, e direitos dos manos vai pra PQP!!!”

Comando Real

02 de dezembro, 2016 | 11:10

“Políticos e Juízes os Maiores safados e corruptos desse pais, e por isso que eu apoio a morte de Policiais no rio Quando vejo sinto Orgulho porque policiais assim jamais mereciam vestir essa farda. Policia também morre”

Tchê Quévara?

02 de dezembro, 2016 | 08:47

“Justiça foi feita! É inocente e pronto, chega de mímimi, o júri foi corretíssimo, não se pode condenar ninguém somente por "achismo", tem que haver provas robustas para tal, o que não era o caso, só um bando de fofoqueiros que ouviram dizer que o coitadinho apanhava a toa todo dia, um disse e me disse não pode ser usado como prova pra condenar ninguém. Amém!”

Salame

01 de dezembro, 2016 | 21:10

“Legal seu ódio com o policial, mais poderia ser mais corajoso e ter participado do inquérito do processo para ajudar a acabar com essa safadeza. Mais infelizmente só ficá escondido atrás da mesa do seu computador reclamando”

Juninho

01 de dezembro, 2016 | 20:26

“cidadao revoltado..concordo com algumas coisas que vc acaba de dizer,mas se afirma ser ele o autor do crime e se tem essa certeza ,pq nao se apresentou como testemunha do processo no tribunal de juri e agora que vc vem aqui de forma anonima declarar o seu descontentamento com o resultado do julgamento.ai e que esta o problema!! sabe se de tudo e nao tem coragem de ir la e declarar em juizo..falar aqui de forma anonima tbm e um ato de covardia vc nao acha !! eu nao suporto esse tipo de coisa.nos temos que ter coragem de denunciar e nao perder tempo em escrever post de revolta,principalmente no anonimato..eu nao sou covarde e nem imbecil pra isso..se vc sabe detalhes do crime,vai la e denuncie,mesmo que seja no 190 ou disk denuncia 181 e nao fikar conversando fiado mano..isso e apenas uma ideia de boa..abraços junior /cel fabriciano MG”

Que Deus Faça Sua Justiça Contra Ele

01 de dezembro, 2016 | 20:03

“me perdoe os outros policiais da corporaçao que é uma policia que é exemplo em nosso pais mais esse sargento ai nao merece vestir uma farda nao ele assassinou sim o celio mais nesse pais nao existe lei pra esses policiais que tiram vidas que so Deus pode dar nao é falta de provas testemunha tem sim o problema é que se o pessoal do corpo de jurados juiz e toda corte tem medo imagina uma testunha que sabe que se for testemunha de um crime assim vai morrer tb infelizmente é assim que funciona o nosso pais esse cara é tao mentiroso disse que nao conhecia a vitima mentira ele batia nele todo dia jogava sprey de pimenta jogava bomba nas pessoas ate de bem no centro de ipatinga perguntem la que vao saber a verdade sobre ele #brasil sujo#”

Cidadão Revoltado

01 de dezembro, 2016 | 15:23

“Esse monstro que se diz ser inocente,e um covarde,montro e mentiroso que se esconde dentro de uma farda,estou indignado em saber que ele foi inocentado e mais uma vez vejo que em nosso país só há justiça pra alguns,ele realmente matou o Celinho,ele não podia ver ele que o espancava,umilhava e sempre dizia que iria mata-lo,ja levou celim e deixou ele pelado de madrugada na estrada do revés do Belém.esse policial não é humano e sim um monstro”

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