20 de dezembro, de 2016 | 17:57
Prefeito eleito de Timóteo anuncia recurso
A defesa de Geraldo Hilário em Ipatinga, busca um mandado de segurança junto ao Supremo Tribunal Federal, como saída para garantir a posse, em primeiro de janeiro
Wôlmer Ezequiel
Geraldo Hilário afirma que, de forma alguma, me lançaria a uma aventura inconsequente”
Em Timóteo, o prefeito eleito, Geraldo Hilário Torres, que na segunda-feira (19) teve o registro de candidatura cassado em decisão monocrática do ministro Herman Benjamin, no TSE, publicou uma carta aberta à população em que se diz confiante no restabelecimento de sua condição para a posse.
Enquanto alguns festejam, nós, prefeito e vice eleitos, continuamos trabalhando, porque esta é a missão que nos foi confiada pelo povo de Timóteo”, afirmou. Geraldo Hilário acrescenta que, de forma alguma, me lançaria a uma aventura inconsequente”.
O prefeito eleito explica que foi injustamente cassado por providenciar exames clínicos à população que estava na fila de espera, em 2008 e recebeu uma penalidade de três anos. Essa pena extinguiu-se em 2011. Com o advento da LC/135, tentaram impor a mim uma pena maior que a que recebi. Tentaram passar para oito anos. Ocorre que a lei não retroage, não pode retroagir. É o que diz nossa Constituição”, ressalta.
Geraldo Hilário também publica que, sempre houve entendimento do Tribunal Superior Eleitoral que, mesmo que fosse a pena de oito anos, se ela se extinguisse antes da diplomação, o candidato seria elegível. Esse também é o meu caso. Ainda que a inelegibilidade fosse de oito anos, ela se extinguiria em 5/10, logo, antes da diplomação”, destaca.
A defesa de Geraldo Hilário, assim como a de Sebastião Quintão, em Ipatinga, busca um mandado de segurança junto ao Supremo Tribunal Federal, como saída para garantir a posse, em primeiro de janeiro.
Veja mais:
Decisão do TSE causa divergência no entendimento do caso Quintão
Encontrou um erro, ou quer sugerir uma notícia? Fale com o editor: [email protected]

















