21 de fevereiro, de 2008 | 00:00

321 empregos só em janeiro

Ipatinga em 7º lugar no ranking do MTE sobre postos de trabalho

Arquivo/DA


O setor metalúrgico se destaca na oferta de novos empregos em Ipatinga: expansão siderúrgica promete mais ofertas na região
DA REDAÇÃO – O município de Ipatinga aparece em sétimo lugar entre as 10 cidades que mais geraram empregos em termos absolutos no Estado, no mês de janeiro. Ao todo foram 321 novos postos de trabalho, a maioria ligada ao setor de metalurgia. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).Das cem cidades mineiras pesquisadas por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), três registraram taxas de crescimento do número de postos em relação ao mês anterior acima de 3%, bem superior à média estadual do período (0,34%). Unaí, no Noroeste de Minas, foi o destaque com 5,41%, seguida por Itabirito, na Região Central, com 3,48%, e Patrocínio, no Alto Paranaíba, com 3,46%. Entre as dez cidades que mais empregos geraram proporcionalmente estão ainda, pela ordem, Porteirinha, João Pinheiro, Frutal, Arcos, Paracatu, Três Pontas e Esmeraldas. No crescimento absoluto do saldo de empregos, os destaques ficaram por conta de três municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). A capital encabeça a lista, com 3.315 empregos, seguida de Betim (801) e Contagem (698). Na seqüência aparecem Unaí, Patrocínio, Itabirito, Nova Lima, Ipatinga, Uberlândia e Nova Serrana.          Bom desempenhoMinas Gerais criou 10.455 empregos com carteira assinada em janeiro de 2008, expansão de 0,34% no estoque de assalariados em relação a dezembro de 2007, conforme dados do MTE. Em números absolutos, esse resultado de Minas foi o segundo maior da série histórica do Caged, superado apenas pelo ocorrido em 2005, quando se verificou a criação de 11.806 empregos. Minas obteve o segundo melhor resultado da Região Sudeste, superado apenas por São Paulo, onde foram criados 65.112 empregos. Os setores que tiveram crescimento de destaque foram os de material elétrico e de comunicação, com 1,79%, construção civil, com 1,76%, e produtos alimentícios e bebidas, com 1,22%. Os que tiveram mais demissões que contratações foram comércio varejista, com queda de 0,64%, em virtude do efeito sazonal proporcionado pelos festejos natalinos e de Ano Novo, têxtil e vestuário (-0,25%), borracha, fumo e couros (-0,22%) e ensino (-0,10%).
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