08 de junho, de 2008 | 00:00
Presidente destaca papel do CMO
Conselho Municipal de Orçamento faz eleição de nova diretoria
IPATINGA - Foi eleita neste sábado, 7, a nova diretoria executiva do Conselho Municipal de Orçamento (CMO). A votação, no auditório da Prefeitura de Ipatinga, contou com a participação de uma centena de votantes, entre secretários municipais, vereadores, representantes de associação de pessoa com deficiência e da Liga de Desportos, entidades de classe, esporte especializado, clubes de serviço e conselheiros das Regionais Orçamentárias.O novo presidente é Manoel Pereira de Souza, do bairro Ideal. Os nomes mais votados para vice-presidentes foram Márcia Maria Ribeiro Furtado, como 1ª vice, José Geraldo Ribeiro (Paraná) como 2º vice e José Geraldo Júlio Barros como 3º vice-presidente. Já os dois relatores eleitos foram Adenir Soares Martins (Pretinha) e Walcledson de Paula; seus suplentes são Maria Geralda Fontes e Maria Margarida Teixeira, respectivamente. O critério de escolha foi o número de votos. A diretoria representa as nove Regionais do município, que somam 650 conselheiros.O presidente eleito falou sobre a importância do Conselho para o município. O CMO representa um elo entre a administração municipal e a população de Ipatinga, que participa das decisões do governo por meio dos Conselhos Regionais Orçamentários. É papel do Conselho Municipal de Orçamento fazer, da melhor forma, esse intercâmbio”, explicou. Entre as atividades da diretoria executiva do CMO estão propor alterações e discutir as normas que regulamentam o funcionamento dos Conselhos Regionais Orçamentários CRO; emitir parecer sobre o plano plurianual e a Lei de Diretrizes Orçamentárias LDO do município; avaliar, discutir e emitir parecer sobre o processo de elaboração do orçamento municipal, que deve ser enviado à Câmara Municipal até o dia 30 de setembro de cada ano. É também de co-responsabilidade da diretoria a realização e organização do Orçamento Popular Ampliado - OPA. Segundo o regimento do Conselho Municipal de Orçamento CMO, a cada mil habitantes, um conselheiro é eleito para votar e decidir qual a obra, escolhida pela população e dentro do orçamento disponibilizado pela administração municipal, deve ter prioridade. Somente os conselheiros escolhidos em votação livre e democrática podem tomar tais decisões.Investimentos em 4 anos somam R$ 32,2 milhõesO secretário municipal de Assistência Social, Paulo Sérgio Julião, deixa o cargo de presidente do CMO, explicando que a administração municipal destinou, em 2008, um orçamento de R$ 12 milhões para o OPA. Segundo ele, somando os quatros anos de governo, foram disponibilizados R$ 32,2 milhões para obras de infra-estrutura no município. Nos últimos anos, ampliamos o orçamento e a participação popular. Nossa gestão consolidou este importante instrumento de democracia”. Conforme Julião, somente neste semestre estão em execução 71 obras votadas nas assembléias do OPA. Tido como o maior programa de participação popular já criado no município, o OPA teve início em 2005 e prioriza a indicação popular das obras e intervenções a serem realizadas pela administração municipal em cada Regional do município.
Encontrou um erro, ou quer sugerir uma notícia? Fale com o editor: [email protected]
















