22 de junho, de 2008 | 00:00

Feira de Holambra em Ipatinga

Bruno Jakcson


Creuza comprou um vaso de Poinsetia Vermelha
IPATINGA – Mais de 150 espécies de flores e plantas estão disponíveis para comercialização na 4ª edição da Feira de Holambra, aberta na sexta-feira e que se estenderá até o próximo domingo, 29, no estacionamento do HiperBretas, no Centro. A Associação Amigos da Natureza, com sede em Santana do Paraíso, é a responsável por trazer o evento a Ipatinga. Os organizadores ressaltam que a finalidade da mostra não é apenas comercial. Desde a primeira edição, parte dos recursos obtidos com as vendas é revertida para o plantio de flores e plantas na região, principalmente de espécies mais exóticas. A Feira de Holambra é um atrativo não só pela variedade de espécies, como também a diversidade de preços. A mais cara é a Pata de Elefante, vendida a R$ 145. “Esta planta suporta qualquer tipo de ambiente. É ideal para quem gosta de decorar a casa”, diz Djalma Nunes, um dos organizadores da Feira. As plantas e flores mais em conta são a Cravinha, Sálvia, Verbena e o Tagete Americano, que custam entre R$ 1 e R$ 1,50. Djalma afirma que, das espécies menos exóticas, as mais procuradas são as tradicionais violetas (R$ 2,50) e a gerva (R$ 5,50). Quem quiser um vaso de minivioleta pode comprá-lo a R$ 1,80. A campeã de vendas na Feira é a Echeveria Camarão, vendida a R$ 12,50. A planta chama a atenção por suas cores fortes, semelhantes à pele de camarão. Em Minas Gerais, a Feira de Holambra também é realizada em Belo Horizonte, Juiz de Fora e Governador Valadares. As flores e plantas são oriundas de Holambra (SP), conhecida como Cidade das Flores. PoisentiaQuem percorria as bancas da Feira de Holambra na manhã de ontem se entretinha horas “namorando” a exposição. “O que me chama a atenção é a variedade. Tem muitas espécies”, comenta a professora Creuza Maria de Oliveira, 45. Ela levou um vaso de Poinsetia Vermelha. “É uma planta que dá flores muitos bonitas. Já havia ganhado uma dessa no ano passado e ela continua bonita até hoje, não exigiu muito cuidado. Ao contrário de flores adquiridas em floricultura, que costumam murchar muito rápido”, observa Creuza.
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