29 de outubro, de 2008 | 00:00
Esclarecimento sobre plasma
BELO HORIZONTE - Por intermédio de uma nota distribuída à imprensa, a Fundação Hemominas esclareceu que, de 2004 a 2007, o plasma excedente, aquele que não é usado para transfusão nas unidades de saúde do Estado, é de propriedade do Governo Federal. O plasma foi estocado no Estado por quatro anos, nas unidades da Fundação Hemominas, seguindo orientações da própria empresa francesa LFB, detentora do contrato de processamento do plasma com o Ministério da Saúde àquela época. O contrato com a LFB terminou em 2004 e, durante quatro anos, o Governo Federal não teve contrato para processamento do plasma. A partir de 2008, o envio de plasma excedente produzido pela Fundação Hemominas foi restabelecido e o plasma está sendo recolhido de acordo com o cronograma da empresa LFB, ganhadora da licitação.De acordo com a Resolução da Diretoria Colegiada nº 153 da Anvisa, o plasma fresco congelado tem, a partir da data da doação, a validade de 24 meses, se for armazenado à temperatura inferior a -30°C, e 12 meses, se for armazenado em temperatura entre -20ºC e mais elevada que -30ºC”. Portanto, de acordo com a Anvisa, o plasma estocado no período superior a 24 meses não pode ser utilizado na produção de fator 8 e 9, independentemente de como ele tenha sido estocado. No entanto, este plasma continua rico em imunoglobulina e albumina, que são utilizadas em diversos tratamentos.A Fundação Hemominas enfatiza que o plasma produzido pela instituição é de alta qualidade e de maneira alguma há perda ou desperdício de sangue doado. A Hemominas reafirma que o plasma utilizado na indústria é o plasma excedente, não utilizado para transfusões.Informações: Assessoria de Comunicação da Fundação Hemominas (31) 3280-7440 / 3280-7455.
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