14 de novembro, de 2008 | 00:00

Avante tem histórico de ‘reivindicações’

Relatos mostram que clube fabricianense sempre contesta decisão da Lidecel


No campeonato de 2004, o Avante também não era a favor de jogar no estádio Louis Ensch
FABRICIANO – Estava quase tudo certo para que a decisão do Campeonato Fabricianense de futebol amador acontecesse no estádio Louis Ensch, no próximo domingo. Antes mesmo de a Liga Desportiva de Fabriciano (Lidecel) descobrir que o campo do Social estava reservado para um evento particular, também existia a idéia de o primeiro jogo decisivo acontecer no campo do Mangueiras, com a finalíssima no campo do Avante.O presidente do Mangueiras, Marcos Ferreira Alves, o Marquinho, disse que o campo do clube que dirige tem totais condições de sediar uma partida decisiva e concordou em fazer aquilo que Lidecel determinasse.Já o Avante Esporte Clube, do presidente José Lúcio Teixeira, disse que não joga no Mangueiras. Ele gostaria de fazer o primeiro jogo no estádio Louis Ensch e decidir no Josemar Soares.ContestaçãoContestar decisões da Liga Desportiva de Fabriciano faz parte da vida do Avante. Em 2004, quando o clube estava prestes a se classificar para a final do Fabricianense, a diretoria já criticava a Lidecel por ter optado pelo estádio Louis Ensch para ser o palco dos dois últimos jogos daquele ano.Na época, o Avante voltava à competição, após seis anos de anonimato. O diretor em 2004, Edmilson Eduardo, disse que não abriria mão de jogar em seu estádio. Hoje, o presidente do clube, José Lúcio, também defende a finalíssima no seu campo.
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