14 de novembro, de 2008 | 00:00

Cenibra comemora recomposição da vegetação às margens do Rio Doce


Trecho às margens do Rio Doce, em meados de 2002
BELO ORIENTE - Por meio do manejo adequado dos recursos naturais, a Cenibra tem comprovado que é possível conciliar a realização de diversas atividades florestais sem comprometer a biodiversidade. A empresa mantém uma extensa área de vegetação nativa na proporção de 1 hectare para cada 1,5 ha de eucalipto, localizada principalmente às margens dos cursos d’água. Nestas áreas, estão abrigadas diversas espécies da vida silvestre (mamíferos, aves, répteis e anfíbios).Entre as diversas ações realizadas pela  Cenibra está  também a recomposição  da vegetação às margens do Rio Doce. Um trabalho iniciado em 1992, numa faixa de 12 km, próxima à Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Fazenda Macedônia. Após 16 anos, o projeto já contempla 67 quilômetros  nas proximidades do Parque Estadual do Rio Doce, a maior área contínua de floresta nativa no Estado.

O mesmo trecho, hoje totalmente recuperado pela Cenibra
Foi preciso um trabalho intenso de remanejamento, plantio de enriquecimento e adequação da vegetação, controle da vegetação invasiva para privilegiar a Mata Atlântica e a retirada de alguns eucaliptos nas áreas que margeiam o Rio Doce, conforme a largura do rio e a legislação ambiental vigente.Para isso, foram  realizados estudos  florísticos e fitosociológicos nas áreas para identificar quais eram as espécies que habitavam essas regiões e quais deveriam ser plantadas. A partir daí, jacarandá, caviúna, ipê, palmito-doce, sapucaia, vinhático, angico, graviola, sombreiro e outras 26 espécies nativas passaram não apenas a dar um visual todo especial com seu verde imponente, mas também ampliaram a oferta de biodiversidade da região. Ao todo, foram mais de 80 mil mudas plantadas ao longo de 67 km nas proximidades do Parque Estadual do Rio Doce.Mesmo com a finalização dos trabalhos de recuperação ambiental, as áreas restauradas e os cursos d’água próximos continuarão a ser monitorados pelos estudos desenvolvidos por especialistas da Cenibra. Contudo, o retrato de sustentabilidade que se tem hoje é a garantia de que as ações realizadas foram decisivas para manutenção da vida e sua preservação para as gerações futuras.
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