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19 de março, de 2009 | 00:00

Ipatinga não pode mais retroceder, diz Robson

ACS/PMI


Robson: decisão do TRE foi “sensata e imparcial”
IPATINGA - O prefeito em exercício, Robson Gomes (PPS), reafirmou ontem, durante coletiva com a imprensa no gabinete da Prefeitura, que a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) que manteve afastado do cargo o prefeito cassado Sebastião Quintão (PMDB) enquanto não for julgado o mérito da questão, foi “sensata e imparcial”. Enquanto não se chega a um desfecho, Robson permanece no cargo de prefeito.“A Justiça agiu de forma correta, imparcial, devolvendo à cidade a tranquilidade que nós precisamos para que, nos próximos dias, nossa equipe de governo possa implementar as ações necessárias, embora os prejuízos sejam insanáveis”, declarou o prefeito. Robson Gomes também anunciou que pretende contratar uma auditoria para investigar supostas irregularidades da gestão anterior.FerramentaO prefeito de Ipatinga criticou a postura do ex-prefeito Chico Ferramenta (PT), em não permitir que advogados contratados pelo PPS integrem sua defesa na Justiça. “Não se pode agir isoladamente. A cidade não pode retroceder”, reclamou. Robson afirmou que, no entendimento do PPS, todos os partidos que integraram a coligação “A Força do Povo” nas eleições de 2008 têm direito de ter acesso aos processos contra Ferramenta.Segundo Robson Gomes, “o PPS procurou os advogados de Chico Ferramenta para que houvesse o substabelecimento da defesa (passar para outra pessoa encargo ou procuração recebidos) e se colocasse no processo um escritório de advocacia de renome”. “Sinceramente não sabíamos que a situação do Chico com a Justiça era tão grave”, disse.ContinuidadeA preocupação de Robson é com a garantia da continuidade administrativa. “Queremos adicionar advogados no processo, não queremos excluir ninguém. É uma medida de segurança porque, se nós participamos de uma frente, temos que ser ouvidos”, reivindicou Robson Gomes, adiantando que o PPS já possui contato com um escritório de advocacia.Robson Gomes enfatizou que a negativa de Chico Ferramenta “é, sem sombra de dúvida, uma medida duvidosa”. Para ele, caso haja o retorno da administração anterior, a população imputaria responsabilidade a essa atitude do ex-prefeito.Ferramenta venceu a eleição de 2008 com quase 15 mil votos de frente sobre o segundo colocado (Sebastião Quintão), mas teve seu registro de candidatura impugnado pela Justiça e não pôde assumir o cargo. PPS e o PT formaram a coligação “A Força do Povo”, ao lado do PCdoB, PR e PRB.
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