20 de maio, de 2009 | 00:00
Nova Central Sindical analisa crise e trabalho em Fabriciano
FABRICIANO Dirigentes da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST) em Minas Gerais reúnem-se nesta quarta-feira, na sede do Sindicato dos Rodoviários do Vale do Aço (Sinttrocel), em Coronel Fabriciano, para debater a crise econômica mundial e outros temas relacionados ao trabalho, como doenças ocupacionais, fiscalização, representação política, regulamentação da profissão e aposentadoria especial para motoristas.O encontro estadual da Nova Central Sindical, que se apresenta como opção à Central Única dos Trabalhadores (CUT) e à Força Sindical, será aberto às 10h pelo ex-deputado federal Sérgio Miranda (PDT), com uma exposição sobre a crise internacional e seus efeitos sobre o mundo do trabalho. O presidente do Sinttrocel, José Célio Alvarenga, fará uma explanação sobre a regulamentação da profissão de motorista, cujo projeto tramita há mais de 20 anos no Congresso Nacional, e a aposentadoria especial.DireitosAs discussões sobre doenças ocupacionais, saúde e fiscalização por parte dos órgãos oficiais de defesa dos direitos dos trabalhadores, conforme o Sinttrocel, são uma resposta ao alto índice de acidentes que afetam os trabalhadores brasileiros. Para se ter uma ideia, o Brasil perde, por ano, o equivalente a 1,8% do PIB por causa dos acidentes de trabalho”, argumenta Célio Alvarenga.De acordo com o presidente do Sinttrocel, os gastos da Previdência chegam a R$ 10,7 bilhões por ano, sendo que, em 2007, foram R$ 5,075 bilhões em auxílios por doença, acidente e suplementar, além de aposentadorias por acidentes e doenças ocupacionais. Outros R$ 5,7 bilhões foram pagos em aposentadorias especiais, concedidas pela exposição do trabalhador a riscos.
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