31 de maio, de 2009 | 00:00
Silveira avalia combate ao terrorismo com americanos
IPATINGA Deputados do Comitê de Segurança Interna da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos estiveram reunidos na última quinta-feira (28), em Brasília, com integrantes da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados, que tem como presidente o deputado federal Alexandre Silveira (PPS). Por duas horas, os parlamentares trocaram experiências e, segundo o presidente do comitê norte-americano, Bennie Thompson, a intenção é iniciar uma cooperação com parlamentares de outros países em temas comuns como terrorismo e o tráfico de armas, drogas e pessoas.Thompson destacou que os parlamentares brasileiros estão alertas para as questões importantes nessa área e acredita que o diálogo poderá fortalecer as duas nações. Terroristas podem se aliar aos esquemas de lavagem de dinheiro e tráfico de drogas e, nessas áreas, ele acredita que o Brasil tem dado respostas efetivas. Não trouxemos uma solução pronta, os deputados brasileiros saberão o que é melhor para seus eleitores. O que queremos é encontrar temas comuns para nos mantermos à frente dos criminosos”, afirmou.TerrorismoNa opinião do presidente da comissão brasileira, Alexandre Silveira, o encontro, que ocorreu em sessão reservada, marcou uma mudança de enfoque. Os deputados queriam ouvir sobre nossas experiências, e nada de trazer uma receita pronta”, avaliou. Conforme Silveira, o tema do terrorismo dominou os debates.O Comitê de Segurança Interno foi criado na Câmara dos EUA em 2002, logo após os ataques terroristas às Torres Gêmeas”. O Brasil é um país grande e receptivo, um lugar que os terroristas podem ver como uma oportunidade”, explicou Bennie Thompson sobre o interesse no tema.Alexandre Silveira ressaltou que a experiência dos norte-americanos no combate ao terrorismo pode ser importante, uma vez que eles vêm lidando com o problema há algum tempo. O deputado, que é delegado de Polícia Civil, avalia que, no caso de tráfico de armas, pelo contrário, a legislação brasileira é mais restritiva, e iniciativas do país podem ser aproveitadas pelos EUA. Eles estão tendo problemas com isso, e nossa experiência é positiva”, ressaltou.
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