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20 de junho, de 2009 | 00:00

Situação tira também o sono dos moradores

Alex Ferreira


Joel: “Sinalização de 60 km/h é ignorada pelos motoristas”
TIMÓTEO - Morador há 15 anos do bairro Nova Esperança, em Timóteo, Joel Silva reclama que a tranquilidade que existia no antigo Porto do Bote foi “revirada de cabeça pra baixo” após a inauguração do contorno rodoviário da BR-381. Para Joel, uma rodovia pode representar progresso para quem a usa, mas para quem mora nas suas proximidades é um tormento. “Enfrentamos todo dia o risco de um atropelamento”, afirmou.O presidente da Associação de Moradores do Nova Esperança, Marcílio dos Santos, reclama da “falta de vontade política” para resolver o impasse com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). O dirigente comunitário afirma que não tem mais onde cobrar agilidade na obra, que é imprescindível para a segurança dos moradores.RiscosO risco de atropelamento na rodovia é constante. As mães com filhos em idade escolar que o digam. Luciana Procópio, mãe de dois garotos, de 12 e 10 anos de idade, disse que seu sossego acaba toda vez que os meninos saem de casa. “É impossível segurar crianças nesta idade dentro de casa, e sabendo que há o risco dessa rodovia, isso vira um pesadelo”, reclama.Outra moradora, Rosilene Alves da Silva, disse que em uma das tentativas de atravessar o contorno quase foi atropelada por um carro que saiu de trás de um caminhão. “Se os carros passassem dentro do limite de 60 km/h, os riscos de atropelamento seriam menores”, alerta.
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