05 de julho, de 2009 | 00:00

Programa “Minha Casa” viável só na periferia

IPATINGA - Outro construtor ipatinguense, Juscelino Batista de Carvalho, afirma que, além dos preços irreais dos lotes nos bairros mais centrais da cidade, as pequenas e médias construtoras enfrentam dificuldade para atender a todas as exigências técnicas da Caixa Econômica Federal. Apesar disso, ele afirma que sua empresa busca resolver todas as pendências para a certificação junto à CEF, para que possa se credenciar a participar do programa “Minha Casa, Minha Vida”. Atualmente o construtor consegue produzir apartamentos de dois quartos e dois banheiros com preços médios de R$ 125 mil no bairro Iguaçu e de três quartos a R$ 165 mil, valores acima dos limites previstos no programa federal. No entanto, quando perguntado se gostaria de entrar no nicho de mercado financiado pelo programa, Juscelino resume: “Tudo o que eu quero é entrar nesse negócio, mas a saída será construir em bairros mais distantes do centro”.
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