10 de julho, de 2009 | 00:00
Governo retoma projetos de eletrificação rural
IPATINGA Lideranças comunitárias e políticas do Vale do Aço participaram ontem de manhã, no clube Ipê, no bairro Horto, em Ipatinga, de um encontro para discutir os programas de eletrificação rural Luz para Todos”, do governo federal, e Energia do Bem”, do governo estadual. O debate foi organizado pela Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Aço (AMVA), em parceria com a deputada Rosângela Reis (PV).O diretor responsável pelos programas em Minas Gerais, Higino Zacarias Souza, participou do encontro, esclareceu dúvidas sobre os projetos de eletrificação rural e informou que, no Vale do Aço, as obras do Luz para Todos” serão retomadas em no máximo dois meses”.Higino Zacarias reconheceu as reclamações de moradores da região sobre problemas no cadastramento. Realmente, na primeira etapa do programa houve déficit no atendimento e falhas no cadastramento inicial. Mas a demanda é muito dinâmica”, justificou.As licitações para a retomada dos programas Luz para Todos” e Energia do Bem” já foram feitas, segundo Higino, e o contrato já está assinado para execução em todas as regiões do Estado. No Vale do Aço, a grande maioria das obras já está definida, as empreiteiras é que vão fazer o projeto. As obras começam em dois meses. Em algumas cidades, será em um mês”, garantiu.Economia O programa Energia do Bem” atende entidades filantrópicas e hospitais em duas modalidades: aquecimento global e troca de aparelhos elétricos. Higino Zacarias informou que, a princípio, todos os asilos da região receberão aquecimento solar, por meio do programa. Entidades, creches e a Associação de Pais e Amigos dos Exepcionais (Apae) terão a substituição de lâmpadas incandescentes pelas mais econômicas. As antigas geladeiras e freezeres serão trocados por aparelhos mais novos e econômicos. Algumas entidades terão direito às duas modalidades do programa, como aquelas que oferecem tratamento de dependentes químicos.Os recursos para a retomada dos programas de eletrificação, conforme Higino, já estão garantidos. A agilidade das obras depende do cadastro das entidades, que hoje somam 2 mil”, ressaltou.
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