24 de julho, de 2009 | 00:00
Soluções para driblar a crise
IPATINGA Os expositores que participaram ontem do Encontro de Negócios na Expo Usipa aproveitaram para trocar experiências e fazer novos contatos. Sobre a crise econômica, apresentaram receitas que buscaram para sofrer o mínimo de abalo possível. Luiz Guilherme Mattos, da Quaker Chemical, revela que o prejuízo no ano passado, em torno de 40%, só não foi maior porque a empresa procurou alternativas rápidas e novos mercados.Temos dois departamentos: um que atende só as siderúrgicas e outro para indústria metalmecânica em geral. Em metalmecânica nosso principal segmento é a indústria automobilística, e com isso tivemos esse déficit de 40% nas vendas. Outros mercados surgiram, como a indústria de latas e de tubos. Somos fortes nisso lá fora e, mesmo com uma participação pequena, o Brasil foi importante para a Quaker”, revela.Na WDA Equipamentos Industriais, conforme o engenheiro José Helson Dias, as perdas no ano passado chegaram a 40% nas vendas de produtos. Essa feira de negócios tem se mostrado uma ótima oportunidade para alavancar novos mercados e esquecer qualquer crise. Encontramos pessoas importantes aqui, o que não acontece no dia a dia de trabalho”, conta José Helson.
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