25 de julho, de 2009 | 00:00

Celulose espera recuperação

Melhoria de preços da celulose anima empresa em Belo Oriente

Wôlmer Ezequiel


Empresa de celulose vê indícios de recuperação de preços
IPATINGA – Com o indício de recuperação dos preços no mercado internacional de celulose, situação já constatada nos países europeus e asiáticos, em especial o mercado da China, a Celulose Nipo-Brasileria (Cenibra) já trabalha com a perspectiva de um segundo semestre de 2009 bem melhor do que o primeiro  semestre. A expectativa é do diretor administrativo e financeiro da empresa, Naohiro Doi.  Em função ao agravamento da crise financeira internacional a partir de setembro do ano passado, Naohiro lembra que a Cenibra adiou os investimentos no plano para a duplicação da capacidade de produção da fábrica em Belo Oriente, cuja capacidade atual é de 1,140 milhão de toneladas/ano. “Esse investimento foi aprovado no ano passado, só que depois da crise mundial foi suspenso e estamos observando a recuperação do mercado internacional. Estamos mantendo o plano, mas esperamos a recuperação do mercado internacional”, explicou o executivo.ExportaçãoA Cenibra exporta 90% de sua produção. O diretor administrativo, Naohiro Dói, afirma que, “infelizmente”, o mercado interno no Brasil é pequeno e se a Cenibra colocar a sua produção nesse segmento os preços da matéria-prima do papel podem despencar e prejudicar as outras empresas do setor, focadas no mercado interno.Apesar da crise, Naohiro garante que a Cenibra manteve o volume de produção, dentro da capacidade da fábrica. “Estamos mantendo todo o quadro de pessoal nosso. Não demitimos nenhuma pessoa até hoje depois da crise”, assegurou. Segundo a assessoria de comunicação, a Cenibra possui atualmente em seus quadros 1.500 empregados diretos. Os números da produção de 2009 ainda não foram divulgados.
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