29 de julho, de 2009 | 00:00
Reajuste de servidores é aprovado
Por unanimidade, vereadores concordaram com o reajuste de 6,2%
FABRICIANO Em reunião extraordinária da Câmara de Coronel Fabriciano, realizada na tarde de ontem, foi aprovado o aumento de 6,2% para servidores efetivos da Prefeitura de Coronel Fabriciano e do Legislativo. Os dez vereadores presentes à sessão aprovaram o projeto n° 1.852/09, enviado pelo Executivo, que concede aumento para os 1.236 servidores da administração municipal. Já o projeto de n° 1.853/09, de autoria da Mesa Diretora, autoriza o aumento para três servidores efetivos do Legislativo. A presidente da Câmara, Andréia Botelho (PSL), destacou a importância do reajuste para os servidores. Não propus emendas porque não sei da situação do orçamento da administração”, comentou. Conforme o prefeito Chico Simões (PT), a folha de pagamento já foi rodada, e assim o reajuste só será pago no próximo mês. No mês que vem pagaremos o aumento referente a este mês (julho) e ao próximo (agosto) para compensar”, detalhou. A presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Municipal de Coronel Fabriciano (Sintmcelf), Sirlene de Vaz Moura, viu a correção da inflação como positiva, uma vez que não estava previsto nenhum reajuste para os servidores em razão da queda da receita da administração. Segundo a presidente, a campanha ainda não terminou. Isso foi um avanço porque é melhor ter a correção da inflação do que nada. Mas a campanha não acabou. Vamos lutar para ter pelo menos o mesmo índice para os demais servidores”, declarou Sirlene. A presidente lembrou que a contraproposta foi aprovada por unanimidade pela categoria no último dia 14. PlanoSirlene de Vaz informou que, no próximo dia 7, será convocada uma assembleia para votar a contraproposta da administração municipal sobre o Plano de Carreira dos Profissionais da Educação. Acredito que tivemos alguns avanços, mas podemos avançar mais. Essa decisão será da categoria”, afirmou.Simões veta mais uma limitação sobre ETEO prefeito Chico Simões vetou o projeto de lei n° 1.876/09, que impede a construção da Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) a no mínimo 700 metros de distância da residência mais próxima. O Executivo enviou na segunda-feira (27) as razões do veto, que são as mesmas que barraram a antiga proposição, que pretendia limitar a distância mínima da ETE a um quilômetro da área residencial. O prefeito justificou o veto sob a alegação de que o projeto é inconstitucional e geraria adensamento e conurbação regional. A justificativa lista ainda que o projeto fere o interesse público do município, que necessita do esgoto tratado. Com essa distância estabelecida, a construção seria inviável dentro dos limites urbanos, conforme adverte o texto de justificativa. A presidente da Casa, Andréia Botelho, informou que o veto será votado na primeira quinzena de agosto, de maneira aberta e nominal, prevista no novo regimento interno. Já a Lei de Diretrizes Orçamentárias será votada no próximo dia 4, em reunião extraordinária, às 16h.
Encontrou um erro, ou quer sugerir uma notícia? Fale com o editor: [email protected]
















