31 de julho, de 2009 | 00:00
Último dia para licenciamento
Carros com placas terminadas de 1 a 3 precisam do CRLV 2009 a partir de amanhã
Wôlmer Ezequiel
Começa amanhã: apreensão de veiculos de placas terminadas em 1,2 e 3 sem o CRVL 2009
Quem ainda não recebeu o documento em casa deve acessar www.detrannet.mg.gov.br e verificar -"Situação do Veículo-" para saber a causa do não licenciamento. IPVA, Taxa de Licenciamento ou Dpvat podem ser pagos direto nos bancos credenciados apenas com a informação ao caixa, do número do Registro Nacional de Veículo Automotor (Renavam) que consta do CRLV. A partir de amanhã, 1º de agosto, a fiscalização de trânsito começa a cobrar o certificado de 2009 para os carros com placas terminadas em 1, 2 e 3. A partir de 1º de setembro, será cobrado o CRLV dos carros com placas terminadas em 4, 5 e 6 e, em 1º de outubro, o documento 2009 dos carros com placas terminadas em 7, 8, 9 e 0. Comandante do pelotão de trânsito urbano em Ipatinga, o tenente Rômulo Morati orienta os proprietários, ainda em situação irregular, a providenciarem a documentação o mais rápido possível. O oficial lembra que, dentro do cronograma do Detran, a partir de amanhã os veículos abordados nas blitzen e que estiverem sem o documento 2009 serão recolhidos ao pátio credenciado.Na Região Metropolitana do Vale do Aço (Timóteo, Fabriciano, Ipatinga e Santana do Paraíso), que tem uma frota estimada em 129.096 veículos, até o fim do mês de junho 25.594 veículos estavam com atraso no pagamento do IPVA. Em relação à inadimplência da Taxa Anual de Licenciamento, os omissos sobem para 28.825 veículos. Em relação ao IPVA, o maior índice de inadimplentes é de Santana do Paraíso (11,32%), vindo a seguir Fabriciano (10,76%), Ipatinga (9,84%) e Timóteo (9,68%). A chefe da Administração Fazendária em Ipatinga, Daisy Castro Pena, confirma que, até junho, a arrecadação do IPVA nas quatro cidades da RMVA chegou a R$ 43,679 milhões, e a Taxa de Licenciamento atingiu R$ 6,050 milhões. Do total arrecadado com o IPVA, 50% vão para os municípios de emplacamento dos carros.
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Fiscalização aperta o cerco no trânsitoTodos os dias, dezenas de motoristas são multados nas ruas das cidades do Vale do Aço. Falar ao telefone celular enquanto dirige, usar fone de ouvido, dirigir sem cinto de segurança ou permitir que os passageiros trafeguem sem o cinto, conversões proibidas e outros descuidos refletem no bolso dos motoristas. As multas variam de R$ 85 e 4 pontos na carteira (falar ao celular) até R$ 127 e 5 pontos (falta de cinto) ou R$ 191, mais 7 pontos na carteira (avançar sinal).Esse tipo de fiscalização, explica o comandante do policiamento de trânsito em Ipatinga, é feito por todos os policiais militares. Todo dia aparece alguém reclamando da multa, mas não tem jeito”, explica o oficial. Morati alerta que a legislação faculta ao agente aplicar a autuação sem a necessidade de abordagem do condutor. Mesmo de longe, a placa do veículo pode ser anotada, com a descrição do local e horário. Quando menos esperar o condutor infrator receberá a notificação no endereço de cadastro do veículo autuado”, adverte Morati. Aplicadas pela Polícia Militar, as infrações relativas à via pública são de competência municipal, e as que dizem respeito ao condutor, de responsabilidade do Estado.Condutores embriagadosAs operações de trânsito nas ruas de Ipatinga flagraram, no mês de julho, pelo menos dez motoristas com sintomas de embriaguez. O balanço, no entendimento do comandante do Pelotão de Trânsito Urbano em Ipatinga, Rômulo Morati, mostra que muitos motoristas ainda não levam a sério a Lei nº 11.705/2008 (Lei Seca), que tem tolerância zero em relação ao motorista que, embriagado, conduz veículo automotor. Temos efetuado várias prisões, a maioria nas saídas de casas de diversão e festas. Essa fiscalização é feita todo dia em horários indeterminados”, explica Morati.Além da retenção no local e remoção do veículo, o condutor embriagado ainda é conduzido à Delegacia Regional de Segurança Pública, onde pode ser autuado pelo delegado de plantão. Quem se recusa a soprar o etilômetro (bafômetro) é conduzido ao Pronto-Socorro Municipal para ser examinado. Além da multa de R$ 955, o motorista tem a CNH suspensa por 12 meses e responde a processo judicial. Alex Ferreira
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