14 de agosto, de 2009 | 00:00
Trabalhadores criticam terceirizações na Cemig
DA REDAÇÃO - A Comissão do Trabalho, Previdência e Ação Social da Assembleia Legislativa de Minas Gerais realizou audiência pública na tarde de quarta-feira (12), para discutir questões relativas à gestão de recursos humanos da Cemig, como as terceirizações e a adoção do Programa de Eficiência Operacional. Segundo trabalhadores, essas ocorrências estão diretamente relacionadas à redução de funcionários próprios, aumento de acidentes fatais e queda na qualidade dos serviços. Os representantes dos trabalhadores alegam que tem sido registrado um acidente fatal a cada 45 dias, quando a média histórica, antes do processo de terceirização, apontava para um acidente fatal a cada 18 meses.Outra preocupação dos empregados é a centralização dos serviços, com perda de funcionários no interior do Estado e seu remanejamento, queixa que chegou ao gabinete da deputada Rosângela Reis (PV), presidente da comissão, registrada por trabalhadores da região do Vale do Aço. Recebemos algumas correspondências de trabalhadores preocupados com a possibilidade de serem deslocados de suas bases e queremos saber qual é a posição da empresa”, questionou a parlamentar. Em resposta, o superintendente de Recursos Humanos da Cemig, Ricardo Diniz Gomes, disse que o compromisso público da direção da empresa é que toda transferência será feita apenas de forma voluntária.
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