20 de agosto, de 2009 | 00:00
Minas chega a sete mortes por H1N1
Número de casos não para de crescer e a esperança é o fim da transmissão do vírus com o fim do inverno
DA REDAÇÃO - A Secretaria de Estado de Saúde confirmou nesta quarta-feira a primeira morte de grávida provocada pela gripe suína em Minas. Trata-se de uma mulher de 22 anos, da cidade de Barroso, na Região Central do Estado.
Com a confirmação de ontem, sobe para seis o número de mortes causadas pela doença em Minas Gerais.
Além da paciente de Barroso, há confirmação de outra mulher e 22 anos, de Uberlândia, um homem de 34 anos, de Ituiutaba, uma mulher de 25 anos, de Betim, um homem de 54 anos, de Ipaba e uma mulher de 44 anos, de Pouso Alegre.
Para o Ministério da Saúde, no entanto, uma mineira que morreu em Olinda (PE) e outra em Campinas (SP), devem ser contabilizadas para Minas, o que elevaria para oito as mortes pelo H1N1 no Estado.
Em Minas há também outros 46 óbitos suspeitos, que ainda aguardam exames na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.
Como medidas preventivas, servidoras públicas de diversos setores do Estado querem afastamento do trabalho. As grávidas das escolas públicas estaduais de Minas, por exemplo, conseguiram licença por tempo indeterminado, desde o dia 17. A Copasa também decidiu afastar gestantes do trabalho.
O total de casos suspeitos da gripe suína em Minas Gerais já chega a 720 casos suspeitos, 211 casos confirmados e 337 casos foram descartados.
A expectativa é que, com a chegada do mês de setembro a elevação da temperatura com o fim do inverno, os casos de transmissão do H1N1, vírus causador da gripe suína, caia consideravelmente ou seja interrompido.
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