21 de agosto, de 2009 | 00:00
Copasa questiona liminar
Concessionária espera derrubar decisão judicial e construir estação de tratamento de esgoto no Santa Terezinha em Fabriciano.
FABRICIANO A Companhia de Saneamento de Minas Gerais, concessionária dos serviços de água e esgoto em Coronel Fabriciano, já prepara recurso contra a liminar da justiça da comarca de Fabriciano, que no dia 14 de agosto acatou o pedido do Ministério Público (MP) e suspendeu as licenças ambientais para a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) no município.
O diretor operacional da Copasa, Valério Máximo, confirma que a concessionária deverá utilizar os dez dias regimentais para apresentar a sua defesa. É uma decisão contrária aos interesses da população de Fabriciano, da Copasa e do poder Executivo. Temos o direito e o dever de recorrer dessa liminar”, afirma.
Ao fundamentar a Ação Civil Pública (ACP), em que pediu a liminar para suspender as obras da ETE, o representante do MP relacionou como uma das razões o fato de a ETE exalar gás sulfídrico, que possuiu odor semelhante a ovo podre, altamente tóxico.
Questionado sobre o assunto, o diretor da Copasa, explicou que todo o gás gerado é colhido por tubulações é levado queimadores para evitar que vazem para o ambiente.
Já os gases tóxicos são coletados e filtrados para evitar odores. Para isso, acrescenta o diretor, existem tecnologias já aplicadas e outras em fase de desenvolvimento para resolver a demanda. Hora alguma a Copasa vai cruzar os braços diante de problemas ambientais”, assegurou.
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