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04 de setembro, de 2009 | 00:00

Médicos recebem orientações sobre a declaração de óbito

José Barbosa - ACS/PMI


Profissionais de saúde ouviram diversas palestras sobre diferentes temas
IPATINGA - A Prefeitura de Ipatinga, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou nesta quinta-feira (03), na Faculdade de Medicina do Vale do Aço, uma palestra para médicos da rede pública de saúde. O curso contou com a parceria da Secretaria de Estado de Saúde e teve como objetivo estudar os dados de mortalidade na região e o serviço de verificação e declaração de óbito. Cerca de 70 profissionais da saúde, entre médicos, enfermeiros e acadêmicos participaram do evento.Os profissionais ouviram palestras sobre temas como “A situação da mortalidade em Minas Gerais e na região”, com a superintendente de Epidemiologia da Secretaria de Estado de Saúde, Salete Maria Novaes Diniz. O médico José Gaspar ministrou palestra sobre a ética médica e legislação. O médico-legista do Instituto Médico-Legal (IML) de Ipatinga, João Bosco Dupim, falou sobre o IML: sua importância e atribuições. A médica da SES Eliane Drumond realizou palestra sobre o preenchimento da declaração de óbito. O evento foi encerrado com a exposição do médico-infectologista Graccho Cezariano, sobre a importância do correto preenchimento da declaração de óbito.João Bosco Dupim avaliou: “Este curso é positivo para os profissionais de saúde, que serão precisos ao preencher um atestado de óbito”, frisa. O médico lembra ainda que há um certo receio dos profissionais em prescrever uma declaração de morte. “Há uma sobrecarga sobre os médicos-legistas que têm que fazer o atestado, pois muitas vezes o médico que sempre acompanhou o paciente não o faz por receio de problemas posteriores”, avalia. Dupim informa que o legista tem como função elucidar mortes em casos de crime.A superintendente de Epidemiologia, Salete Maria Novaes Diniz, avaliou o encontro como uma oportunidade de instruir os médicos para melhoria na emissão da declaração de óbito (DO). “Sabemos que a DO é uma das bases de estatísticas de saúde, por isso é fundamental orientar os profissionais”, diz, pontuando que um dos maiores problemas é a não declaração.
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