06 de janeiro, de 2010 | 20:20

Marcos da Luz cobra da Cemig razões para queda de energia

Divulgação


MARCOS DA LUZ

FABRICIANO - O vereador Marcos da Luz (PT) encaminhou nesta quarta-feira (06) ofício ao diretor do Departamento de Energia e Saneamento da Cemig, Jadson Heleno Moreira, denunciando a constante interrupção de energia no bairro Manoel Domingos, na área central da cidade.
Segundo ele, este é um problema que tem afetado, com frequência, a comunidade do bairro. “Urge que a concessionária tome providência, através de ações para a solução definitiva da demanda da população do bairro, que não pode mais conviver com a falta de energia”, ressalta o vereador, que também solicitou da Cemig informações sobre as torres recém instaladas no bairro Dom Helvécio, área da Prainha, à margem do Rio Piracicaba, que, segundo ele, têm trazido preocupações à comunidade local, “dado o risco que pode ser para as crianças”, diz.

Câmara
Através da Portaria nº 01/2010, o vereador Marcos da Luz foi designado presidente da Comissão Temporária responsável por analisar e emitir parecer nas matérias legislativas que tramitarem na Câmara Municipal no período do recesso parlamentar. A comissão ainda é formada pelos vereadores Luciano Lugão (relator) e Natalino Moraes (membro).
Na sexta-feira (8), às 18h, será realizada Reunião Extraordinária para discutir e votar o Projeto de Lei 1.861/2009, que trata do Orçamento do Município para o exercício de 2010, estimado em R$ 208 milhões, e o Projeto de Lei 1.862/2009, que trata do Plano Plurianual (PPA) 2010/2013.
O vereador Marcos da Luz, com o apoio de outros cinco vereadores, apresentou quatro emendas ao Orçamento: criação do programa Câmara Mirim, ampliação do Cemitério Municipal com uso da parcela pública do Cemitério concedido, iluminação do campo do CAF e apoio ao esporte especializado para competições fora do município, totalizando R$ 123 mil reais.
Marcos da Luz lamentou ontem a não aprovação do Orçamento 2010 no ano passado. Desde 31 de agosto que o projeto foi enviado à Câmara e sequer foi distribuído às comissões para receber pareceres. “Passaram quatro meses sem a matéria ter sido colocada em apreciação. É lamentável a forma como a Câmara foi conduzia em 2009”, criticou.
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