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14 de janeiro, de 2010 | 21:31

Atenção aos clandestinos

Roberto Bertozi


WARLEY

Segundo o presidente da Cootransesp, Warley Martins de Miranda, os pais e responsáveis pelos estudantes devem ter muita atenção antes de contratar o serviço de transporte. A simples presença da faixa amarela com a palavra “Escolar” não é garantia de transporte legal. Para ter certeza da situação do transportador, o usuário deve conferir se o veículo passou pela vistoria semestral, verificando se o selo está afixado no pára-brisa ou ligando para a Cooperativa, no telefone (31) 3822-8901, informando a placa do veículo.
Warley acredita que existam, em média, 60 veículos clandestinos circulando na cidade. “Nós fazemos campanhas, fiscalizamos, mas é muito difícil cercar todos. É preciso, principalmente, que os pais dos alunos prestem atenção na hora de contratar o serviço, certificando-se de que se trata de um profissional cadastrado”, orienta Warley. Segundo o presidente do Cootransesp, os pais dos estudantes são os melhores fiscais.
Permitir que os filhos sejam transportados por clandestinos é colocar a vida deles em risco. É preciso que os pais atentem para isso. O transporte clandestino pode ser aquele famoso barato que nos final das contas sai caro”, observa.
A lista dos motoristas filiados à Cootransesp também pode ser consultada pela população, pelo site www.cootransesp.com.br.

Infração
Fazer transporte de alunos sem autorização dos órgãos competentes é considerada “infração grave”, prevista no artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que determina uma multa de R$ 127,69 e a retenção do veículo até a sua regularização.
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