USIMINAS RECURSO 728X90

23 de fevereiro, de 2010 | 18:35

Financiamentos habitacionais crescem 23% em janeiro

A expectativa é que até o final do ano o volume de investimentos ultrapasse R$ 140 milhões

Arquivo


SELIM CAIXA FINANCIAMENTO

IPATINGA - A Caixa Econômica Federal registrou um aumento no financiamento habitacional já nas primeiras semanas de 2010. De acordo com o balanço divulgado pela Caixa no início deste mês foram concedidos em nível nacional R$ 5,39 bilhões, 116% acima do registrado no mesmo período de 2009. No Vale do Aço este aumento representa 23,89%.
Em janeiro de 2009 foram R$ 4,24 milhões e em janeiro deste ano foram R$5,26 milhões concedidos para financiamentos de moradias na região. A expectativa da CEF é que até o final deste ano o volume de investimentos ultrapasse os R$ 140 milhões.
As melhores condições de financiamento oferecidas pela Caixa e a redução dos procedimentos internos são os fatores responsáveis por esse aumento, conforme a instituição. Em 2008 apenas dois funcionários trabalhavam no setor de financiamento da Caixa, agora esse número aumentou para seis funcionários.
Espera
O processo de pedido, análise e aprovação do financiamento que durava em média 30 dias. A Caixa pretende reduzir este prazo para 20 dias.
Embora o banco tenha restrições para ampliar o número de pessoal contratado, com o crescimento dos financiamentos a instituição conta com o apoio dos correspondentes bancários, que podem reduzir em até 50% o trabalho da agência no processo do financiamento.
O correspondente bancário tem o papel de simular, documentar e montar o processo do financiamento antes de ser levado a uma agência. As Casas Lotéricas já atuam como correspondentes bancários e as imobiliárias também podem ajudar neste processo. Para isso, os interessados precisam possuir Cadastro de Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e procurar qualquer agência da Caixa para receber orientações.

Popular
Para o gerente geral da agência da Caixa Econômica, localizada no centro de Ipatinga, Selim Oliveira, a demanda de compra de imóveis no município é superior a oferta. A maior parte das construções na cidade atualmente são de fino acabamento o que torna o imóvel muito mais caro dificultando a sua comercialização.
“Se houver investimentos na construção de imóveis populares, com valores entre 80 e 100 mil reais, o número de financiamentos pode ser ainda maior” afirma. O projeto do Governo Federal para facilitar o acesso a casa própria e incentivar a geração de empregos através da construção civil, já contemplou 120 famílias no Vale do Aço.
O projeto contempla famílias com renda até 10 salários mínimos. Para famílias com renda máxima de três salários mínimos não houve nenhuma contrato finalizado porque depende do subsídio do Governo Federal.


 
Encontrou um erro, ou quer sugerir uma notícia? Fale com o editor: [email protected]

Comentários

Aviso - Os comentários não representam a opinião do Portal Diário do Aço e são de responsabilidade de seus autores. Não serão aprovados comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes. O Diário do Aço modera todas as mensagens e resguarda o direito de reprovar textos ofensivos que não respeitem os critérios estabelecidos.

Envie seu Comentário