30 de maio, de 2010 | 12:42

Eleição sem prisões

Fiscalização intensa coibiu o crime da “boca de urna” em eleição extemporânea em Ipatinga

Alex Ferreira


FEDERAIS

Atualizada às 17h20
DA REDAÇÃO - Se alguma coligação planejou alguma divulgação na chamada “boca de urna”, para a eleição extemporânea em Ipatinga, o esquema caiu. Até o fechamento da votação às 17h de hoje nenhum eleitor ou apoiador de candidato foi preso pelo crime eleitoral.

Só a Polícia Militar colocou nas ruas um efetivo com 450 homens. Além dos policiais de Ipatinga, foram trazidos agentes também de Timóteo e Coronel Fabriciano.

Além da PM, há reforço da Polícia Civil e da Polícia Federal. Requisitados no dia 28 de abril pelo juiz eleitoral, coordenador da eleição em Ipatinga, os federais atuam na cidade desde segunda-feira (24) em busca de crimes eleitorais. São, no total, 20 agentes. 
Com tanta polícia nas ruas, faltou quem ousasse infrigir a lei eleitoral.  Se ocorreu alguma infração ela não foi detectada.  O ginásio da Aciaria, reservado previamente para a guarda dos presos na boca de urna, ficou abandondo às moscas.
 
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