16 de setembro, de 2010 | 20:59

Táxis fiscalizados em Fabriciano

Fiscais realizaram aferições nos taxímetros dos 22 táxis que atendem a cidade

Silvia Miranda


FISCALIZAÇÃO TAXIMETROS

FABRICIANO – Fiscais do Instituto de Pesos e Medidas (Ipen), filiado ao Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), inspecionaram, nesta semana, os taxímetros dos carros que atuam nesse serviço em Coronel Fabriciano. O objetivo era verificar se o preço cobrado pela distância percorrida estava de acordo com o permitido pelo órgão.
De acordo com Jamerson Azevedo de Oliveira, fiscal do Ipen, a fiscalização é feita de acordo com as duas bandeiras existentes no taxímetro. “Estamos trabalhando dentro desta tolerância e na conferência do espaço e valor cobrado”, ressaltou. A fiscalização foi feita na presença dos taxistas e de um fiscal a bordo do veículo, para confirmar os valores registrados no aparelho. No caso de irregularidade, o taxista recebia uma notificação e era obrigado a suspender a prestação do serviço para providenciar a correção.
Em Fabriciano, atuam 22 taxistas, distribuídos em pontos estipulados pelo Departamento de Trânsito: rodoviária velha, rodoviária nova, Praça JK (Centro), portaria do Hospital Siderúrgica e portaria do Hospital Unimed. O coordenador do transporte público de Fabriciano, José Quirino Gomes, disse que a população pode ficar tranquila em relação à regularização dos taxímetros. “A fiscalização inspeciona os veículos de acordo com o que determina o Ipen”, pontuou.
De acordo com o cronograma do instituto, a fiscalização atuará também nos municípios de Ipatinga e Governador Valadares, em datas ainda não confirmadas.

Protestos
Representante da classe no município, o taxista José Antônio da Silva, 60, reclama da alta cobrança dos impostos para atuação dos profissionais. “Queremos a igualdade dos direitos porque os mototaxistas trabalham ilegalmente, sem a obrigação de pagar imposto e não há nenhuma fiscalização para conter essa irregularidade”, protestou.
Segundo José Antônio, a administração municipal já foi procurada, mas nada foi feito para resolver a situação. De acordo com a Secretaria de Obras Públicas, ainda não há projeto para a regularização do serviço de mototáxi.
 
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