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18 de setembro, de 2010 | 21:30

Programa habitacional transformador

Projeto constrói moradias em área urbanizada do Córrego do Caçador, em Timóteo

Divulgação


CASA SUELY
TIMÓTEO - O alicerce que sustenta as paredes das casas do conjunto habitacional do Córrego do Caçador torna realidade o sonho de uma moradia digna.
De tijolo em tijolo, 68 famílias, beneficiadas pelo Programa Minha Casa Minha Vida, vêem a construção de um futuro melhor, com a garantia da casa própria que servirá de abrigo e proteção à convivência familiar. Timóteo é um dos poucos municípios da região que conseguiu tirar do papel o projeto que subsidia residências para a população com renda de até três salários mínimos.
“Me lembro como se fosse hoje. Quando recebi a notícia que minha família era uma das selecionadas pelo programa, não me contive. Há quinze anos luto por uma moradia digna, minha casa fica num local muito perigoso.
No período chuvoso, não tenho sossego, passo a noite acordada”, conta a dona de casa, Suely Assis Moraes de Paula que, acompanhada do marido Amarildo de Paula, faz plano de um novo futuro para a família. “Minha maior satisfação é saber que vou ter uma rua, um endereço para entrega de correspondências”, comemora.
Segundo o secretário municipal de Obras, José Geraldo, cerca de 30% das obras no conjunto habitacional Córrego do Caçador já foram executadas. “As casas, construídas no modelo geminado, possuem 45 metros quadrados, sendo dois quartos, sala, cozinha, banheiro e quintal. O projeto prevê ainda serviços de urbanização como abertura de ruas, infraestrutura, drenagem e pavimentação no local”, detalha.
Dignidade
Na avaliação do prefeito Geraldo Hilário (PDT), mais do que cumprir um compromisso de campanha e metas federais, o objetivo do programa habitacional que agora sai do papel é oferecer, por meio da construção destas casas, as condições necessárias para que as famílias possam viver em paz e projetarem um futuro melhor. “Ver o sorriso no rosto de cada família nos dá a certeza de que estamos no caminho certo”, avalia. 
A previsão é que as obras sejam concluídas em março do ano que vem. Vinte homens trabalham nas obras. O investimento no município é de R$ 2,2 milhões, por meio de convênio com o Fundo Nacional de Habitação Social (Fnhis), ligado ao Ministério das Cidades.
Comissão
Suely e os futuros moradores fazem parte da Comissão de Obras, criada pela administração municipal para acompanhar as construções. Na sexta-feira (17), a comissão esteve no Córrego do Caçador. Em companhia dos técnicos da Secretaria Municipal da Habitação, os futuros moradores, como Creuza Reis Sartória, 53, manifestaram opiniões sobre as futuras instalações das suas residências. 
“Dá para colocar um portão, construir garagem coletiva e mudar o piso”, planeja com grande entusiasmo, sem esconder sua felicidade. Ela ainda defende a união dos vizinhos para colocação de laje em substituição ao telhado que ainda está em fase de construção.
Além de acompanhar as obras, os membros da comissão participam de reuniões mensais com assistentes sociais, engenheiros, médicos e psicólogos. A administração também oferece palestras e oficinas sobre saúde, preservação do meio ambiente, coleta de lixo, convívio social, entre outros.
Programas em andamento
A meta do governo Geraldo Hilário é atender 173 famílias até o final deste ano com a reforma de casas, regularização fundiária, e a construção de unidades habitacionais populares. Para o próximo ano está prevista a construção de 192 unidades habitacionais (apartamentos), no bairro Alegre. Além do Programa Habitacional do Córrego do Caçador - Minha Casa, Minha Vida - estão em andamento os seguintes programas:
- Programa de Habitação Solidária (PHS): reforma e melhorias de 36 casas;
- Habitar Brasil, Bela Vista (HBB): construção de mais 24 casas e reconstrução e reforma de outras 37 unidades.
 
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CASAS POPULARES
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