23 de setembro, de 2010 | 21:05
Governador rotariano visita o Vale do Aço
Organização apresenta propostas de parcerias para novos projetos
FABRICIANO Em visita ao Vale do Aço nesta quinta e sexta-feira o governador distrital do Rotary, José Luiz Scaglione Filho, reúne-se com lideranças políticas e comunitárias para apresentação de propostas de parceria para novos projetos sociais. Em entrevista ao DIÁRIO DO AÇO, José Luiz, que também é médico pediatra, falou das ações e dos projetos do clube de serviço que ajuda a promover a paz ao redor do mundo.
O Rotary é uma organização não governamental criada há 105 anos. Está presente em cerca de 200 países e reúne 1,2 milhão de rotarianos em todo o mundo. Sua principal missão é prestar serviços à comunidade e fomentar a amizade entre as pessoas. Em 1985, a organização começou a concentrar esforços para acabar com a paralisia infantil (poliomielite). Segundo os dados do Rotary, embora erradicada no Brasil, a poliomielite ainda é um agravante em quatro países: Índia, Paquistão, Nigéria e Afeganistão.
Como governador, José Luiz atua como representante do presidente internacional, visitando os clubes de sua região distrital para trazer novidades e conhecer a situação dos clubes rotarianos da região do Vale do Aço. Seu papel é acompanhar de perto os trabalhos desenvolvidos pelos grupos locais. Cada clube desenvolve suas metas de trabalho a partir dos princípios de saúde, educação, preservação do meio ambiente e paz mundial”, explica o governador. Só no Vale do Aço existem seis clubes rotarianos.
Atuação
Para executar seus projetos sociais o Rotary Club criou a Fundação Rotariana, destinada a administrar recursos de doações recebidas de iniciativas públicas e privadas em todo o mundo. Em Coronel Fabriciano, o Rotary Club Norte mantém projetos realizados anualmente para doações de 500 kits escolares a crianças carentes das escolas públicas, para a doação de 15 cadeiras de rodas e na manutenção da Área de Preservação Ambiental da Biquinha.
Participação
Para se tornar um membro do Rotary o cidadão precisa ser convidado e ter uma inclinação para o trabalho voluntário. É preciso primeiramente ter uma profissão digna, porque por meio de sua profissão o membro se coloca à disposição da comunidade”, afirma o governador.
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