09 de fevereiro, de 2011 | 00:00
Terra começa a ser retirada no Primavera
Prefeitura de Timóteo prevê dez dias para liberar avenida Acesita
TIMÓTEO - Na manhã desta terça-feira (8), cerca de sete homens e máquinas da prefeitura começaram a trabalhar na remoção de um grande volume de terra que, desde o dia 18 do mês passado, mantém interditado o trânsito em uma das pistas próximas ao quartel da Polícia Militar, no bairro Primavera, em Timóteo.A movimentação impressiona quem passa pelo local, já que a terra retirada do barranco está encobrindo vários postes de iluminação existentes ao longo da avenida, cada um deles com cerca de 8 metros de altura.
Os deslizamentos foram provocados pela chuva que caiu forte entre o final do ano passado e início de 2011. A previsão é que os trabalhos emergenciais” tenham duração de oito a dez dias. Quatro caminhões, uma carregadeira e uma escavadeira trabalham na operação.
Não pudemos contratar as máquinas. Os caminhões foram deslocados do serviço de coleta de entulho”, informou o secretário de Obras, Marinho da Costa Teixeira.
De acordo com o secretário, possivelmente deverá ser construído um muro de arrimo no local. Mas para isso o município busca apoio do Departamento de Estradas de Rodagem.
Conforme o secretário, embora pareçam simples, os problemas de encostas requerem cuidados especiais, pois se os trabalhos forem executados de forma apresada ou irregular, podem ocasionar ainda mais transtornos à população.
A avenida, formada por duas pistas, é um importante corredor que liga o Vale do Aço ao Parque Estadual do Rio Doce e aos municípios de Dionísio, São José do Goiabal e a outras cidades interligadas pela BR-262.
Devido à interdição, os veículos estão utilizando apenas uma pista e, na altura da Igreja Católica, o trânsito é desviado para a Praça 29 de Abril e bairro Ana Rita.
O secretário de Planejamento e vice-prefeito de Timóteo, Marcelo Afonso, afirma que o município continuará cobrando urgência do governo do Estado para a resolução dos problemas. O município não dispõe de recursos financeiros para realizar as obras”, pontua.
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