24 de fevereiro, de 2011 | 00:02
Projeto questiona ação de agentes de trânsito
Proposição quer saber destinação de recursos arrecadados com multas aplicadas nas ruas de Fabriciano
FABRICIANO Um dos destaques da reunião ordinária realizada nesta terça-feira, na Câmara de Vereadores, foi a apresentação do substitutivo ao Projeto de Lei nº 1976, que promete gerar polêmica. A matéria substitui o projeto original apresentado no ano passado pelo vereador Djalma Eugênio (PT) que proíbe os agentes municipais de trânsito de aplicar multas sem que haja a presença do condutor do veículo e de um policial militar.
"Hoje os agentes atuam sem nenhum controle e as notificações são enviadas aos supostos infratores via Correios, só lhe restando recorrer à Junta de Administração de Recursos com poucas chances de reverter a situação", disse o vereador José Cleres (PSB), um dos autores da proposição.
A proposição foi uma iniciativa dos vereadores Nivaldo Lagares Querubim (PDT) e José Cleres Gomes (PSB) e do presidente da Casa, Francisco Pereira Lemos (PDT), prevendo no artigo 4º a obrigatoriedade do Executivo municipal encaminhar mensalmente, ao Legislativo, um relatório detalhado das multas aplicadas pelos agentes e através de radares.
O substituto também obriga o Executivo a encaminhar ao Legislativo um relatório trimestral detalhando onde estão sendo aplicados os recursos oriundos da arrecadação proveniente das multas.
Subvenção
Também foi aprovado o PL 2010, que autoriza o pagamento de subvenção social às entidades municipais cadastradas e que totalizam R$ 592.558,70.
Outra matéria apresentada pelo vereador Djalma Eugênio (PT), regulamenta a coleta de lixo domiciliar no município.
Também iniciou tramitação o PL 2011, de autoria do presidente do Legislativo, Francisco Pereira Lemos (PDT), que permite às empresas de transporte coletivo do município, a instalação de catracas eletrônicas em todos os ônibus das linhas urbanas.
Um dos motivos alegados por Lemos para apresentação da matéria é a redução do número de assaltos a coletivos, devido à natural diminuição da circulação de dinheiro dentro dos coletivos, além do cartão eletrônico ser moderno e proporcionar mais conforto aos usuários, conforme ficou comprovado nas principais cidades brasileiras”, acrescentou.
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