26 de novembro, de 2011 | 00:02
Dia Rosa contra o câncer de mama
As ações são promovidas em dois pontos do Vale do Aço: na Praça Louis Ensch, em Coronel Fabriciano e no bairro do Bom Retiro
FABRICIANO - Alunos e professores do curso de Enfermagem do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste) promovem na segunda-feira (28) o Dia Rosa, dedicado às ações de conscientização e prevenção ao câncer de mama.
As ações são promovidas em dois pontos do Vale do Aço: na Praça Louis Ensch, em Coronel Fabriciano, das 8h às 12h, e em frente ao campus do Unileste, no bairro do Bom Retiro, Ipatinga, das 13h às 17h.
A campanha tem como inspiração um movimento internacional criado na Califórnia, nos Estados Unidos, em 1997, e que se expandiu para outras partes do mundo. Ao iluminar de rosa monumentos famosos em vários países, como a Torre de Pisa, na Itália, o Arco do Triunfo, na França, e o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, ele enfatiza a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama.
O objetivo da campanha é conscientizar as mulheres sobre a importância de se detectar precocemente a doença por meio da realização da mamografia. As mulheres a partir dos 40 anos precisam criar o hábito de reservar um dia no ano, o chamado Dia Rosa”, onde abrem um espaço nas suas agendas para cuidar de si mesmas, realizando o exame clínico”, conta a professora Jussara Bôtto.
Tendas
Com a colaboração dos alunos e professores do curso de Enfermagem e participação da Secretaria de Saúde do Município de Coronel Fabriciano, serão montadas duas tendas de saúde, uma em Fabriciano e outra em Ipatinga, onde o público feminino receberá orientações sobre a prevenção e controle do câncer de mama.
Durante o evento serão desenvolvidas ações como orientações de como realizar o autoexame das mamas, apresentação de vídeos informativos sobre o tema, distribuição de folders educativos, além de mini-palestras sobre a importância da realização do exame clínico, como uma das principais formas de rastreamento precoce da doença.
Ações integradas
No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (Inca), órgão auxiliar do Ministério da Saúde no desenvolvimento e coordenação de ações integradas para a prevenção e o controle do câncer de mama, destaca que o auto-exame não deve ser a única estratégia de detecção do câncer, enfatizando o caráter complementar do procedimento.
A professora Jussara Bôtto afirma que o auto-exame das mamas deve ser uma prática quotidiana na vida da mulher, mas não deve substituir a mamografia, que é capaz de detectar o tumor em sua fase inicial, quando as chances de cura são altíssimas. São ações complementares e não excludentes.
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