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21 de março, de 2012 | 00:00

LIRAa de Timóteo registra queda

Índice caiu de 5,2% em janeiro para 2,5% em março

Divulgação


dengue
TIMÓTEO – O departamento de Vigilância em Saúde divulgou o segundo Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2012, realizado entre os dias 12 e 15 de março. O índice de infestação no município caiu de 5,2%, em janeiro, para 2,5%, em março, totalizando uma queda de 108%. Em relação ao mesmo período do ano passado a queda foi significativa. Mais de 150% de redução, já que em março de 2011 o levantamento apresentou resultado de 6,3%. O Ministério da Saúde preconiza um índice máximo de 1% de infestação para não haver risco de epidemia.
A gerente do departamento de Vigilância em Saúde, Luciana Gonçalves Barbosa, atribui o resultado alcançado às ações realizadas através da parceria com o governo do estado, as mobilizações envolvendo a participação da população, mutirões de limpeza, ao evento Minha Cidade Sem Dengue, e a rotina das visitas domiciliares dos agentes de endemias.
“É importante frisarmos que a responsabilidade não pode ficar só nas mãos do poder público. Já que a maioria dos focos é encontrada dentro de imóveis e recipientes que acumulam água. A população também tem que trabalhar como agente de combate à doença”, alerta Luciana.
O secretário de saúde, Fabiano Moreira, afirma que 100% dos focos foram encontrados nas residências. “Pedimos mais uma vez a colaboração e o empenho dos moradores, pois são locais onde o poder público pouco pode fazer”, avalia. Ele adiantou que as ações de prevenção vão continuar. “A intenção é manter o esforço para que cheguemos a um LIRAa abaixo de 1%, o que é preconizado pelo Ministério da Saúde”, enfatiza o secretário.
Mesmo diante da queda o município encontra-se em situação de alerta. Os bairros com maior índice de larvas apontados na última levantamento foram o Nova Esperança, Jonh Kennedy, Grota dos Vieiras, Alphaville, Quitandinha e João XXIII . Em todas as sete regionais (totalizando 48 bairros), foram visitados mais de dois mil domicílios. Bebedouros de animais e vasos de plantas lideram o ranking dos locais mais propícios à criação do mosquito.
 
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