26 de abril, de 2012 | 00:00
Família pede apoio para sexagenária que sofreu AVCs
Adoecida, aposentada conta com a solidariedade para minimizar sofrimento
IPATINGA É na casa simples de nº 60, localizada na rua Petrolina, no bairro Caravelas, que mora Alexandrina Ferreira dos Santos. Com 63 anos, a aposentada já sofreu Acidente Vascular Cerebral (AVC) por três vezes. Debilitada, atualmente ela faz hemodiálise e se alimenta por meio de uma sonda. O salário mínimo que Alexandrina recebe, no entanto, é insuficiente para custear suas necessidades básicas. Em função disso, ela depende da solidariedade para minimizar o seu sofrimento.
A filha, a auxiliar de serviços gerais Lucimar Ferreira da Luz, 36, narra os tristes episódios que ocorreram na vida da mãe nos últimos dois anos. Após o terceiro derrame que acometeu a aposentada em dezembro, os membros do lado esquerdo do corpo ficaram paralisados. Os rins já não trabalham bem e Alexandrina começou a hemodiálise na semana passada, para remover as substâncias tóxicas que vão para o sangue.
Na perda das funções renais, a aposentada faz o tratamento duas vezes por semana, no Hospital Márcio Cunha. O dinheiro do transporte precisa sair do bolso da família. Segundo Lucimar, não há vagas para que a ambulância do serviço público municipal possa transportar sua mãe, que usa cadeira de rodas. São 40 reais por dia de táxi”, destaca.
É triste ver quem trabalhou a vida toda para sobreviver e sustentar os filhos, estar nesse estado de saúde”, desabafa Lucimar. A auxiliar de serviços gerais conta que a mãe é conhecida por muitos no município. Ela sempre rodou essa cidade catando papelão, fazendo reciclagem e vendendo verduras”, recorda. Alexandrina não consegue conter as lágrimas diante das lembranças.
O benefício do seguro social da aposentada é o único dinheiro com que a família conta. Lucimar, a única filha que mora na casa, largou o emprego para cuidar da mãe, e a outra irmã, catadora de materiais recicláveis, ajuda como pode. Os outros irmãos moram fora de Ipatinga.
Ajuda
A espera pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é demorada, de acordo com Lucimar. Somente uma injeção que ela (a mãe) precisa, é R$ 700. Teremos que arcar, pois demora muito pelo SUS”, lamenta. A farmácia do bairro parcela alguns medicamentos não fornecidos pelo serviço público, para que a família consiga pagar.
A auxiliar de serviços conta com o amparo da sociedade e pede auxílio para a mãe com doações de fraldas geriátricas tamanho G” e leite.
Qualquer ajuda para custear nas despesas ou cestas básicas, pode ser encaminhada para a família no endereço acima mencionado. O telefone de contato é o (31) 8552-4999.
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