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15 de maio, de 2012 | 00:00

Piso salarial mobiliza município e professores

Educadores promovem paralisação nesta terça-feira

Divulgação


José Vieira

IPABA - O prefeito José Vieira de Almeida (DEM) confirmou uma reunião com os representantes do Sindicato dos Funcionários Públicos da Educação de Ipaba para discutir questões salariais da categoria no fim deste mês. José Vieira informou que um dos assuntos da pauta é o pagamento do piso nacional do professor.
Nesta segunda-feira (14), o prefeito recebeu o presidente do Sindicato, João Batista Sobrinho, o “Ciganinho”, na sede da prefeitura e já iniciou as negociações quanto à reinvindicação da classe, que reclama de perdas salariais nos últimos anos. “Desde que assumimos, em dezembro de 2011, uma das pastas que mais receberam investimentos foi a Educação. E nós temos compromisso com todos os servidores”, anunciou.
 
Quanto ao pagamento do piso, a administração adiantou que já se comprometeu a estudar uma forma planejada para que a integralização ocorra de forma progressiva sem ferir os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). “Vamos abrir as portas da prefeitura para discutir com o Sindicato e encontrar uma maneira de pagar o que os professores têm direito”, anunciou José Vieira. A Prefeitura de Ipaba possui cerca de 450 servidores, sendo cerca de 90 deles ligados à Educação.
Wôlmer Ezequiel


Gigliona

Servidores realizam paralisação em Ipaba 
Os professores da rede municipal de ensino, pais e alunos, vão às ruas de Ipaba nesta terça-feira (15). Os educadores promovem uma paralisação em protesto ao não cumprimento da lei 11.738/08, que dispõe sobre a implantação do piso salarial, além de pedir a elaboração e implantação do Plano de Carreira. O salário base dos professores é de R$ 680, enquanto o piso é de R$ 1.451.
Conforme os organizadores da manifestação, cerca de 60 professores e 1.000 alunos não estarão em sala de aula hoje. Eles sairão da porta da Escola Municipal Padre João Geraldo Rodrigues e percorrerão as ruas de Ipaba junto à outros moradores daquele local.
“Caso não haja acordo entre administração municipal e professores em um prazo de 72 horas, haverá nova paralisação”, explicou a integrante da diretoria do Sindicato dos professores de Ipaba (Sindipaba), Gigliola Resende.
 
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