23 de maio, de 2012 | 00:00
Diagnóstico mostra condições precárias do Siderúrgica
O local está insalubre, com diversas infiltrações nas paredes e telhado
FABRICIANO - Desde julho do ano passado, os pacientes de Fabriciano vinham sendo atendidos no Hospital e Maternidade Vital Brazil, em Timóteo. O governo de Minas Gerais destinou, em média, mais de R$ 150 mil por mês para custeio de extra-teto para cobrir atendimentos além do pactuado com o município. O Pro-Hosp ainda destina R$ 25 mil, que anteriormente eram repassados ao Hospital Siderúrgica, para o Vital Brazil.
Nos dois anos e meio anteriores, antes do fechamento da instituição, o governo do Estado já havia repassado R$ 2,5 milhões para o Siderúrgica. O secretário de Gestão Metropolitana, Alexandre Silveira, observa que com os investimentos do Estado de R$ 10,290 milhões na desapropriação, além da reforma, ampliação e custeio, o hospital entra em uma nova fase.
O secretário de Gestão Metropolitana enfatiza a importância de todas as lideranças que se empenharam na busca de recursos para reabertura do hospital, destaque para a força do Vale do Aço com a bancada de deputados na Assembleia Legislativa, formada por Juninho Araújo (PTB), Celinho do Sinttrocel (PCdoB), Luiz Carlos de Miranda (PDT), e Rosângela Reis (PV). E a sinergia com que a Secretarias de Saúde e de Gestão Metropolitana vêm tratando o assunto, uma vez que a desassistência provocada pela crise em Coronel Fabriciano reflete em toda o Vale do Aço”. O novo hospital tem importância estratégica para a Região Metropolitana.
Situação
No último domingo, acompanhados do secretário Alexandre Silveira, do superintendente regional de Saúde, Anchieta Poggiali e lideranças locais visitaram o prédio onde funcionava o Hospital Siderúrgica e constataram uma triste realidade. Eles perceberam que o hospital operava em condições precárias e não apresenta as mínimas condições de entrar em funcionamento imediato.
O local está insalubre, com diversas infiltrações nas paredes e telhado. Não há a mínima condição de reabrir as portas sem que antes aconteça uma reforma e a modernização completa do hospital. Para as lideranças municipais, reabrir o hospital nessas condições seria um desrespeito à população.
O presidente da Câmara de Coronel Fabriciano, Francisco Pereira Lemos, que acompanhou a visita e esteve por diversas vezes na sede do governo do Estado para tentar reabrir o hospital, disse que, com a reforma, a população do município voltará a ser tratada com dignidade.
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