20 de setembro, de 2012 | 00:00
Timóteo apresentará projetos em Jornada Acadêmica da Saúde
O evento é promovido pela Faculdade de Medicina e Associação Médica do Vale do Aço
TIMÓTEO - Dois projetos da área de saúde pública de Timóteo foram selecionados para a X Jornada Acadêmica da Saúde e I Congresso de Atualidades Médicas do Vale do Aço, que ocorrerá nos próximos dias 24 e 25 de setembro.O evento é promovido pela Faculdade de Medicina e Associação Médica do Vale do Aço, com apoio do Conselho Regional de Medicina e será realizada no Centro Cultural Usiminas com as presenças do secretário de Estado da Saúde, Antônio Jorge, de representantes do Ministério da Saúde, do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais, da Fundação São Francisco Xavier e Associação Médica do Estado.
Durante os dois dias de atividades, o projeto A estratégia de Saúde da Família no Município de Timóteo na ótica dos agentes comunitários de saúde” ficará exposto através de banners. A pesquisa, de autoria da Liga Acadêmica de Atualidades em Saúde Pública foi realizada com 100% dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) do município, com o objetivo de avaliar a visão do ACS sobre a estratégia de saúde da família nos aspectos filosóficos e práticos do programa, tendo como resultado final, dados que possibilitam o município a nortear as ações de educação permanente (capacitação) destes profissionais, para uma melhor prática de suas atividades e, consequentemente, uma melhor assistência à população.
Outro trabalho que será apresentado no evento é sobre Implantação da comissão de farmácia e terapêutica no município de Timóteo: contribuição para o uso racional de medicamentos no âmbito do SUS”, de autoria de seis profissionais da saúde entre médicos, farmacêuticos e gestores de saúde, que também foi apresentado no Congresso Brasileiro de Atualidades em Medicamentos do Ministério da Saúde, no mês de agosto, em Brasília.
A comissão foi criada para acompanhar todos os critérios clínicos e sociais das prescrições de medicamentos chamados especiais” (que não fazem parte da lista básica do SUS e cuja sua oferta é de responsabilidade do Estado e da União). Com a criação dessa comissão foi possível racionalizar o consumo destes medicamentos, sem prejuízos para a população, tendo em vista a comparação entre o medicamento incialmente prescrito pelo médico, com outro de mesmo princípio ativo que consta da lista básica de 119 medicamentos disponíveis no município. O resultado final aponta agilidade na compra do remédio, quando necessário, e redução de custos de recursos próprios do município para a aquisição dos mesmos.
Encontrou um erro, ou quer sugerir uma notícia? Fale com o editor: [email protected]

















