30 de dezembro, de 2012 | 16:21

Hospitais de Ipatinga atendem somente casos de risco de morte

Sob risco de colapso no HMC, casos de baixa complexidade devem ser direcionados às unidades de saúde. Nem a rede particular comporta demanda.

IPATINGA – As pessoas que precisam de atendimento médico de urgência neste fim de semana enfrenta um caos na rede pública e nem a rede particular comporta a demanda de casos médicos.
Leitores têm entrado em contato com o plantão da reportagem para relatar o caos que enfrenta o serviço de saúde do Vale do Aço. Depois de percorrer o Hospital Municipal, o Hospital Márcio Cunha em Ipatinga e chegar à conclusão que não conseguiria atendimento no tempo devido para a sua mulher, um morador de Ipatinga chegou à conclusão que só conseguiria este atendimento mediante pagamento de R$ 200 em um hospital da rede particular, em Coronel Fabriciano, ainda assim, entraria na fila de espera. 
Ontem o DIÁRIO DO AÇO já alertava a população para o risco de colapso no atendimento médico no fim de semana, conforme a notícia abaixo:
 
IPATINGA - Neste fim de ano, o cidadão que necessitar de atendimento médico deve ficar atento à gravidade do caso para procurar o local adequado e buscar atendimento.
Na manhã deste sábado (29), o Hospital Municipal de Ipatinga estava com seu atendimento comprometido em função do número de pacientes atendidos por apenas um clínico geral. A orientação é que somente casos de emergência (laranja e vermelho) sejam direcionados para o HMI.
Os setores de politrauma e pediatria estão atendendo normalmente, segundo a assessoria de comunicação da PMI. Casos que não sejam emergência devem ser direcionados às unidades básicas de saúde.
Ameaça de colapso
O Hospital Márcio Cunha (HMC) também atende casos de emergência (laranja e vermelho). A assessoria do HMC pondera que existe sobrecarga no atendimento em função da restrição do Hospital Municipal, e que a população deve ter consciência de que não há capacidade para atender além do convencionado.
Registros de surto de dengue têm ocasionado grande movimentação no Hospital Márcio Cunha, além da expectativa em relação ao réveillon, que é marcado por traumas e movimentação intensa no setor de ortopedia.
 
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