24 de janeiro, de 2013 | 00:00

Estado de emergência em Periquito

Dívidas, processos judiciais e trabalhistas, além de atraso de salários são a realidade enfrentada pela administração municipal

PERIQUITO - Depois de uma análise detalhada sobre a situação das contas da Prefeitura de Periquito, o prefeito Geraldo Martins Godoy (PMDB), decretou estado de emergência administrativa na cidade. A situação trouxe grandes transtornos para a administração, segundo a assessoria da prefeitura. O governo encontra dificuldades para prestar e manter serviços públicos essenciais à população por causa da falta de materiais, contratos e pessoal suficientes.
O problema ainda é mais grave em função do alto nível de infestação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. Conforme a administração, há poucos veículos em condições de uso, e a dívida municipal, junto aos servidores públicos e fornecedores, chega à casa dos R$ 2 milhões.
 
ACS-PMP


geraldo godoy
Segundo Geraldo Godoy, a previsão é de que a qualidade dos serviços só melhore após 60 dias. “Atualmente, o município encontra-se em estado de calamidade. Estamos buscando recursos junto aos governos estadual e federal, mas a situação é alarmante. Há previsão de muita chuva e as estradas vicinais estão ruins. Ao mesmo tempo, vivenciamos uma epidemia de dengue. Dívidas, processos judiciais e trabalhistas. Esta é a nossa realidade”, lamentou o prefeito.
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