05 de março, de 2013 | 00:00

Unidades de hidratação fazem cerca de 15 mil atendimentos

Em Coronel Fabriciano, atividadades devem continuar até a segunda quinzena de abril

FABRICIANO – As unidades de hidratação já somam quase 15 mil atendimentos, registrados até a última semana. As atividades das unidades devem permanecer até a segunda quinzena do mês de abril, mas podem se estender por mais semanas conforme a evolução do número de casos no Vale do Aço.
As unidades foram inauguradas ainda na primeira quinzena de janeiro pelo governo de Minas Gerais, em parceria com o Consaúde e municípios. Nas respectivas estruturas, com funcionamento 24 horas, os pacientes com sintomas de dengue recebem o primeiro atendimento e também aplicação de soro e outros medicamentos.
 
Segundo dados do Núcleo de Redes de Atenção a Saúde (NRAS), da Gerência de Saúde, até a última semana as unidades de Timóteo, Coronel Fabriciano e Ipatinga realizaram 14.953 atendimentos. Na unidade de Timóteo foram contabilizados 3.803 atendimentos, em Fabriciano o número é de 4.187 pacientes recebidos e, em Ipatinga, outros 6.963.
 
O coordenador do NRAS, Ernany de Oliveira Duque Júnior, lembra que essas unidades também ficam abertas para pacientes de territórios vizinhos, porque são classificadas como referência para municípios menores. “Esses números, portanto, não se referem ao total de casos de tais municípios, porque incluem os pacientes enviados pelas cidades vizinhas”, explicou.
 
A previsão para o funcionamento das unidades na região é até a segunda quinzena do mês de abril, conforme informações de Ernany de Oliveira. No entanto, os atendimentos podem se estender por mais semanas, conforme o quantitativo de casos registrados. “Esta é uma iniciativa implantada pelo governo do Estado, pela primeira vez na nossa região. É importante que que a população, sempre que tiver sintomas de dengue, procure as unidades, destinadas exclusivamente para este serviço”, reforça Ernany.
Atenção
O superintendente regional de saúde, Anchieta Poggiali, destacou que a implantação das unidades foi uma resposta imediata da Secretaria de Estado de Saúde aos números alarmantes da região. Segundo ele, a atenção dada ao Vale do Aço evitou o registro de casos graves, pois a região até então não tem nenhum registro de óbitos neste ano. Para o superintendente, o alto número de registro de atendimentos se deve à centralização dos atendimentos, o que facilitou o acesso da população.
 
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