19 de abril, de 2013 | 00:00
Sem negociação, comércio ficará fechado no domingo
Falta consenso entre sindicatos que representam os empresários e os empregados
IPATINGA Supermercados, açougues, casas de carnes, mercearias, varejões, sacolões e hortifrutis de Ipatinga, Coronel Fabriciano e Timóteo ficarão fechados neste domingo (21), feriado de Tiradentes. O Sindcomércio (Sindicato do Comércio Varejista e Atacadista de Bens e Serviços) Vale do Aço e os sindicatos que representam os empregados realizaram reuniões de negociação para que as lojas do segmento abrissem na data, mas não chegaram a um consenso.
Tentamos, exaustivamente, entrar em um acordo com as entidades que representam os comerciários. Infelizmente, temos encontrado muita resistência da parte laboral, que nos fez contrapropostas completamente incondizentes com a atual realidade econômica da nossa região”, afirma José Maria Facundes, presidente do Sindcomércio.
O dirigente sindical revela que a relação com o Secteo-CF (Sindicato dos Empregados no Comércio de Coronel Fabriciano e Timóteo) tem sido mais complicada, uma vez que a entidade sequer aceita iniciar as negociações para que o comércio abra nos feriados. Com o Seci (Sindicato dos Empregados no Comércio de Ipatinga), o bom senso é maior e, na maioria das vezes, temos conseguido finalizar as negociações. Mas, infelizmente, desta vez não foi possível chegar a um acordo para que as lojas abrissem no próximo domingo”, reforça José Maria Facundes.
Reunião
A Comissão de Negociação Coletiva do Sindcomércio Vale do Aço, formada por empresários de diversos segmentos, volta a se reunir, na próxima segunda-feira (22), com empresários do segmento, com a intenção de formular, juntamente com os comerciantes, as diretrizes da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de Feriados 2013-2014.
Salientamos a importância de o comerciante participar desta reunião na próxima segunda-feira, a partir das 16h, na sede do Sindcomércio, em Ipatinga, na Rua Sabará, Centro, uma vez que a CCT de Feriados 2013-2014 vai determinar o funcionamento do comércio nos próximos meses. Precisamos saber do empresário como e quando será melhor abrir as portas”, conclui José Maria Facundes.
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