23 de abril, de 2013 | 00:00

Ley do Trânsito afirma que prisão não passa de boato

Após reunião ordinária, presidente fez questão de desmentir rumores sobre sua detenção


IPATINGA – Após a realização de reunião ordinária, na tarde dessa segunda-feira (22), o presidente do Legislativo, Werley Glicério Furbino, o Ley do Trânsito (PSD), desmentiu os rumores de que teria sido preso. O assunto foi ventilado na última sexta-feira, e ganhou força devido à ausência do presidente na Casa, pelo fato de estar em cumprimento de agenda externa, explicação dada por sua assessoria, e reafirmada ontem.

Ley do Trânsito pontuou que a “boataria” não passa de mentiras e falsas denúncias envolvendo o seu nome. Na sexta-feira, segundo ele, além de ter cumprido sua rotina, despachando em seu gabinete, ainda cumpriu agenda externa, argumentando que, devido a questões de estratégia política, nem sempre é divulgado o local dessas reuniões. 

“Quanto aos boatos, digo que já virou brincadeira, são pessoas maliciosas que estão tentando usar o sofrimento de parentes de pessoas mortas e da imprensa para espalhar boataria. O que faço aqui é convocar todas as autoridades políticas e policiais, para que possam dar respostas ao cidadão. Peço que a imprensa não dê crédito à boataria”, declarou.

O presidente da Câmara observou que, no fim de semana, voltou às suas atividades normalmente, visitando locais como a feira do Canaã, e também o Hospital Municipal, que tem recebido grande demanda e precisa de atenção.

Perseguição
O parlamentar acrescentou que tais rumores são fruto do interesse de grupos políticos. Ley enfatizou que, quem trabalha, desagrada a algumas pessoas.

“Todo mundo que trabalha tende a chamar a atenção, e aí existem pessoas com interesse pessoal e político de tentar denegrir a imagem. Meu apelo é que, em alguns casos, isso causa sofrimento das famílias e não se deve brincar com isso”, resumiu.

Vereadores rejeitam veto a projeto

Em reunião ordinária realizada nessa segunda-feira, os vereadores rejeitaram o veto proposto pelo Executivo ao projeto de lei de nº 11/2013. O PL prevê a regularização de imóveis construídos no município, construções estas que estariam irregulares.

A justificativa para rejeição do veto é de que a proposta do PL é incentivar o cidadão que não teve condições de construir dentro das normas, de se adequar. Uma das alegações era de que o tais construções estariam em desconformidade com o Termo de Ajuste de Conduta (TAC) da construção civil, que estabelece diretrizes para edificações.

Entretanto, o vereador Agnaldo Bicalho (PT), pontuou que esta é uma lei proposta para quem precisa. “Não podemos nos submeter ao TAC. Não fomos nós que assinamos e representamos o povo de Ipatinga e suas necessidades. Queremos incentivar o cidadão que não teve como se adequar anteriormente de fazer isso agora”, observou.

Já o presidente do Legislativo, Ley do Trânsito, disse que o parlamento decidiu pela aprovação do projeto, e pela rejeição do veto, pois ajudará as pessoas menos favorecidas e que não tiveram condições de pagar um engenheiro. “Quanto ao TAC, como foi dito, está na hora de discutir essa questão. Acredito que foi bom para a cidade derrubar esse veto e quero dizer para a prefeita Cecília Ferramenta que não há nada de pessoal nisso, estamos fazendo nosso papel constitucional de legislar”, concluiu o presidente da Casa.

Outro veto derrubado tinha como objeto o Projeto de Lei 14/2013, que visa garantir assistência médica aos internos das comunidades terapêuticas de Ipatinga. De autoria do vereador Jadson Heleno (PPS), o acompanhamento individual aos dependentes químicos deverá ser absorvido pelo Programa da Saúde da Família (PSF).

“Tal projeto vai ao encontro do Programa Nacional de Combate ao Crack, assim como à Carta Magna”, argumenta Jadson Heleno na justificativa do projeto.
 
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