11 de julho, de 2013 | 00:00

Representantes do setor produtivo discutem PDDI

O plano abordará as funções públicas de interesse comum de Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo e Santana do Paraíso


IPATINGA - Representantes do setor produtivo regional se reuniram nessa quarta-feira, na sede da na Fiemg Regional Vale do Aço, para conhecer e debater o Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado (PDDI) da Região Metropolitana do Vale do Aço. Na noite anterior, o assunto foi tema de uma audiência na Câmara de Vereadores de Ipatinga. 

O plano abordará as funções públicas de interesse comum de Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo e Santana do Paraíso, divididas em seis eixos temáticos: (I) ordenamento territorial; (II) mobilidade; (III) meio ambiente, recursos hídricos e saneamento; (IV) desenvolvimento social; (V) desenvolvimento econômico; e (VI) arranjo institucional.

O plano terá um prazo de conclusão em até 20 meses ao custo de R$ 2,4 milhões. O governo de Minas está custeando integralmente a iniciativa. O documento tem uma projeção para 20 anos e ações propostas para os próximos cinco.
“A participação efetiva dos representantes do setor produtivo será essencial para a construção do PDDI, uma vez que para melhorar todas as áreas, como saúde, turismo e cultura é preciso desenvolver a economia regional”, defende Thales Alves, diretor da Agencia Metropolitana do Vale do Aço.

De acordo com o presidente da Fiemg Vale do Aço, Luciano Araújo, o momento é oportuno para construir a quatro mãos um novo cenário para o Vale do Aço. “A Fiemg estará ajudando na construção desse Plano de Desenvolvimento Integrado e já antecipo que um dos eixos a se trabalhar, além da logística, é o adensamento da cadeia produtiva. Precisamos agregar valor aos nossos produtos e repensar a região, aproveitando todo o nosso potencial na retenção e atração de novos investimentos”, pontua.

Para o reitor do Centro Universitário do Leste de Minas (Unileste), Genésio Zeferino, o planejamento é de suma importância na construção e elaboração do PDDI que tem ocorrido com ampla participação da sociedade através de oficinas que já estão sendo realizadas e de seminários para debate do diagnóstico e das propostas. “O PDDI não irá resolver todos os problemas do Vale do Aço, mas é necessário e indispensável e deve andar lado a lado com os planos diretores municipais”, pontuou. Segundo ele, tais planos têm de ser arranjados de formas conectadas com o PDDI regional e não passar por cima de programas já existentes.
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