18 de julho, de 2013 | 00:00

Antes tarde do que nunca!

Antiga ocupação no Limoeiro terá coleta de lixo duas vezes por semana, conforme promessa da prefeitura


TIMÓTEO – A comunidade do Jardim Vitória, também conhecida como antiga invasão do bairro Limoeiro, vai passar a contar com coleta de lixo pelo menos duas vezes por semana. A iniciativa foi acertada nessa quarta-feira (17), em reunião envolvendo moradores, o prefeito Keisson Drumond (PT), secretários e técnicos de vários setores da PMT.

Nesta quinta-feira será definido o mutirão de limpeza e o itinerário do caminhão de coleta. A ideia inicial é promover um esforço coletivo para recolher lixo e entulhos naquela comunidade. Ao mesmo tempo, será definido um calendário com previsão de passagem do caminhão de coleta duas vezes por semana.

A situação precária das cerca de 200 famílias que vivem na comunidade Jardim Vitória foi tema de matéria da edição do último domingo do DIÁRIO DO AÇO. No texto, os moradores relatavam a falta de investimentos no local e as dificuldades com a falta de água, de rede de esgoto, de energia, de acessibilidade e até da ausência de comprovante de endereço.

Segurança
A reunião de ontem teve ainda a participação do sargento Cezar, comandante do Setor 4 da PM, que inclui o Limoeiro. Durante o encontro, ele anunciou algumas ações para melhorar a segurança naquela comunidade. Conforme o policial, será criado um Ponto de Apoio na Unidade de Saúde do Limoeiro, com a presença ostensiva da PM, além de um Conselho de Segurança Pública (Consep) para que a própria comunidade indique as prioridades do trabalho de prevenção e combate à criminalidade e ao uso de drogas.

Jorge inácio


ocupação limoeiro


Regularização
Paralelamente a essas ações, que visam a oferecer melhor estrutura e qualidade de vida aos moradores da antiga invasão, a Prefeitura de Timóteo vai fazer um levantamento da área para definir se é possível regularizar aquele assentamento e que medidas serão adotadas para urbanização do local.

Alguns moradores da ocupação reclamaram que o terreno tem cedido em alguns pontos, principalmente pela grande quantidade de fossas, o que pode inviabilizar o assentamento definitivo das famílias que permanecem no local há aproximadamente 14 anos. Se o terreno não tiver condições de abrigar um núcleo habitacional, a PMT irá estudar a remoção para outra área.

A regularização da área, conforme técnicos da PMT, é o primeiro passo para o processo de urbanização.

 

O que já foi publicado sobre o assunto:

 

Quatorze anos de ocupação - 14/07/2013
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