10 de agosto, de 2013 | 00:00

Servidores do Ministério Público mantêm paralisação

Continuidade do movimento, conforme grevistas, não impede diálogo


IPATINGA - Os servidores do Ministério Público no município permanecem em greve, situação que ocorre em todo Estado desde o início da semana. Após realização de Assembleia Geral Extraordinária convocada pelo sindicato, a categoria analisou proposta de acordo, mas considerou que a mesma não refletia os anseios de valorização dos servidores. Conforme nota enviada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ficou ajustada a realização de reuniões periódicas para discussão de questões pendentes.

As reivindicações vão desde a regulamentação e aplicação da Lei Complementar de Combate ao Assédio Moral no serviço público, editada em 2011 em Minas Gerais, até a garantia dos direitos de Promoção e Progressão na carreira, previstos em norma regulamentar do Ministério Público mineiro cuja alteração, segundo o sindicato, traz prejuízo para toda a categoria.

A deliberação pela continuidade do movimento, conforme os grevistas, não deve ser avaliada como uma impossibilidade de diálogo, pelo contrário, as negociações devem continuar para que se reestabeleça o direito dos servidores e a plena assistência à demanda da sociedade. Durante o período de paralisação, os servidores de todo o Estado assinarão ponto paralelo, seguindo orientação da entidade sindical.

Sobre a paralisação, o MPMG afirma que está em constante conversa com a entidade representativa da categoria para tentar encontrar uma forma equilibrada de atender a pauta de reivindicações da classe sem comprometer a capacidade orçamentária da instituição. O MPMG esclarece também que medidas implementadas pela administração solucionam alguns dos pontos levantados e que outros itens da pauta de reivindicações estão sendo negociados.
 
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