04 de setembro, de 2013 | 00:12

Transporte clandestino é alvo de fiscalização

Operação é realizada em todo o município, em conjunto com o DER-MG e PRE


Wesley Rodrigues


Fiscalização rodoviária


IPATINGA – O Pelotão de Trânsito Urbano da Polícia Militar iniciou nesta semana uma operação de combate ao transporte irregular de passageiros. Somente na segunda-feira (2), um saldo de 26 notificações foram registradas por atividade de aliciamento de passageiros por condutores clandestinos, em locais diversos da cidade. As ações de fiscalização, em conjunto com o Departamento de Estradas de Rodagens (DER) e a Polícia Rodoviária Estadual, serão realizadas por tempo indeterminado.

O comandante do Pelotão de Trânsito Urbano de Ipatinga, subtenente José Dias, informou que o número de denúncias por agenciamento criminoso de passageiros em Ipatinga é frequente, o que motivou a intensificação das ações. O oficial pontua que, em um primeiro momento, as ações são de conscientização, fiscalização e identificação. “Já foram identificados indivíduos que, pela característica, adotaram conduta semelhante ao de aliciadores de passageiros. Contudo, ainda não tivemos uma ação em flagrante desses infratores”, observou.

José Dias lembra que o crime está previsto na Lei 19.445/2011, que proíbe o transporte metropolitano e intermunicipal clandestino de passageiros em Minas Gerais. A punição prevista inclui apreensão do veículo e multa, além de processo administrativo.

O patrulhamento de policiais do Pelotão de Trânsito Urbano no município ocorre, por exemplo, em pontos como o Posto Faisão, localizado às margens da BR-381, nas imediações do bairro Horto, e no Terminal Rodoviário de Ipatinga.

Wesley Rodrigues


Subtenente José Dias


Orientações
José Dias acrescenta que o risco do transporte clandestino está diretamente ligado a vida dos passageiros. O militar lembra que o veículo não segue as regras de segurança cobradas pelos órgãos competentes, tampouco passa pelas certificações necessárias. Além disso, o motorista não respeita os tempos de descanso determinados para uma condução segura.

“O que se objetiva é simplesmente chegar mais rápido a um destino. O aconselhamento que damos é que a pessoa use os meios legais para transporte, tendo em vista que há, por exemplo, um seguro previsto para acidentes e se o profissional fez um período de descanso necessário para conduzir o veículo em segurança. O veículo, além disso, é vistoriado e tem uma condição mais segura de fazer o trajeto”, orientou o subtenente.

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